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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Dr. Joaquim Manso
N.º de Inventário:
159 Pint.
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Pintura
Título:
Barcos típicos da Nazaré
Datação:
1933 d.C.
Suporte:
Tela
Técnica:
Óleo
Dimensões (cm):
altura: 50; largura: 70;
Descrição:
Cena de praia, com vários homens (2) e mulheres (4) da Nazaré junto de vários acessórios e aprestos utilizados na pesca (remos, cabazes, costais, ferro, caneco, dorna...), envolvidos por seis embarcações. Em plano de fundo, algum casario.
Incorporação:
Legado - Legado de Abílio de Mattos e Silva e de Maria José Salavisa de Mattos e Silva (autor e esposa)
Origem / Historial:
Esta pintura insere-se na temática nazarena da obra do pintor, correspondente ao período em que residiu nesta vila. Abílio Leal de Mattos e Silva nasceu no Sardoal em 1 de Abril de 1908. Concluídos os estudos liceais em Coimbra, iniciou o curso de Direito em Lisboa acabando, porém, por optar pela função pública. Fixou-se na Nazaré em 1931, aí permanecendo até 1936. Datam deste período as obras mais antigas; definem a fase em que a sua pintura começa a manifestar-se de forma mais assídua, ao que não será estranho o estimulante convívio com os pintores portugueses e estrangeiros que com ele partilhavam a forte sedução ambiental da vila. Nazaré terá sido o princípio, Óbidos, a continuação. Com efeito, a actividade de Abílio prolonga-se, durante as férias, no velho burgo, cuja paisagem desenha e pinta durante muitos anos, tendo-nos ficado dessa actividade uma vasta e significativa produção. Em Lisboa, onde passa a residir em 1936, participa em exposições colectivas e colabora na revista "Presença" e noutras revistas e publicações oficiais. Como grafista, executa numerosos trabalhos para organismos de Estado. Com a peça "Tá-Mar", de Alfredo Cortez, inicia uma longa e notável carreira como cenógrafo e figurinista, traduzida em incontáveis realizações no domínio do Bailado, da Ópera e do Teatro declamado e ligeiro. No Ministério da Economia desenvolve intensa actividade como ilustrador e designer, tendo, nesta qualidade, sido condecorado pela acção desenvolvida em exposições organizadas no estrangeiro. É, cumulativamente, director de cena do Teatro S. Carlos onde levou a efeito algumas das suas mais importantes realizações cénicas. (J.L.T. in "O Trajo, um espaço renovado no Museu da Nazaré", Museu Dr. Joaquim Manso, 1986) Exposições em que participou: Salão de Arte Moderna (S.N.B.A., 1934), do S.N.I., Salão "Momento", Figurinos (individual na Livraria Ática e colectivas no Teatro da Trindade e Soc. Port. de Autores), 30 Anos de Teatro (retrospectiva realizada pelo Teatro S. Carlos em 1970), retrospectiva de pintura, desenho, figurinos e cenários, patrocinada pela Câmara Municipal de Óbidos (1984); "O Trajo, um espaço renovado no Museu da Nazaré", exposição do legado de Abílio de Mattos e Silva e Maria José Salavisa de Mattos e Silva, no 10º aniversário da abertura do Museu Joaquim Manso (Maio 1986). Obras Publicadas: "Óbidos, vila antiga de Portugal" (desenho), "O Trajo da Nazaré", "30 Anos de Teatro" (catálogo). Quando faleceu, tinha em preparação um álbum sobre Óbidos.

Bibliografia

SALAVISA, Maria José; AZEVEDO, Fernando de; TINOCO, J. L. - "Abílio". Óbidos: Minerva do Comércio, 1993., pág. -

 
     
     
   
     
     
     
 
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