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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional Soares dos Reis
N.º de Inventário:
119.2 Our MNSR
Supercategoria:
Arqueologia
Categoria:
Ourivesaria
Denominação:
Pulseira (par)
Autor:
Desconhecido
Centro de Fabrico:
Norte de Portugal
Grupo Cultural:
grupo Villena-Estremoz e, eventualmemte também centro-europeias.
Datação:
VII a.C. - VI a.C. - 1ª Idade do Ferro
Matéria:
ouro
Técnica:
Método da cera perdida, tendo sido a placa exterior, com toros e espigões decorativos, revestida pelo lado interno por uma lâmina lisa
Dimensões (cm):
altura: 6,8; largura: 7,6 (inf.); 7 (sup.);
Descrição:
Pulseira em ouro, aro de perfil troncocónico com bordos de secção triangular, com extremidade boleada, decorados na parte externa com uma série de 49 (inf.) e 48 (sup.) triângulos isósceles com a base para o interior, incisos e preenchidos com reticulados, e seis toros equidistantes com os intervalos com três alinhamentos de espículas nos intervalos laterais e cinco alinhamentos nos restantes. Sistema de fecho por encaixe de um segmento móvel com quatro espigões de arame de secção circular introduzidos nos dois toros centrais e nos dois laterais e que se adaptavam a cavidades abertas no prolongamento dos toros. Peça provavelmente obtida pelo método da cera perdida, tendo sido a placa exterior, com toros e espigões decorativos, revestida pelo lado interno por uma lâmina lisa (Silva, A.F., 1986)
Incorporação:
Transferência - Transferência da Direcção Geral da Fazenda Pública
Origem / Historial:
*Forma de Protecção: classificação; Nível de Classificação: interesse nacional; Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devam recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas; Legislação aplicável: Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro; Acto Legislativo: Decreto; N.º 19/2006; 18/07/2006* Através do Catálogo Ilustrado da Exposição Retrospectiva de Arte Ornamental, realizada em Lisboa no ano de 1882 entre Maio-Junho, ficamos com a indicação de o par de pulseiras ter sido encontrado em Portugal e pertencerem à colecção particular do rei D. Fernando. As mesmas foram fotografadas pelo fotógrafo profissional Carlos Relvas que fez parte como comissário executivo desta exposição. No livro de correspondência do MNSR (Lº6), um ofício com a Entrada nº 147 datado de 5 de Abril de 1941, dá-nos conta do pedido efectuado pelo então Director Dr. Vasco Valente, da tranferência para este Museu do conjunto arrecadado na Casa Forte do Palácio das Necessidades. A 21 de Junho do mesmo ano, o par de pulseiras dá entrada no Museu como um depósito efectuado pela Direcção Geral da Fazenda Pública.
 
     
     
   
     
     
     
 
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