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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arte Antiga
N.º de Inventário:
11 Pint
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Pintura
Denominação:
Retábulo do Convento do Paraíso
Título:
Natividade
Autor:
Gregório Lopes
Datação:
1527 d.C.
Matéria:
Óleo
Suporte:
Madeira de carvalho
Técnica:
Pintura a óleo
Dimensões (cm):
altura: 128,5; largura: 87,5;
Descrição:
Enquadrados por umas ruínas, ao fundo das quais se localiza um estábulo, a Virgem, São José e o Menino surgem representados em primeiro plano no centro da composição. A Virgem com o Menino ao colo aquece a mão esquerda num fogareiro de barro sobre o qual se debruça São José. A seus pés encontram-se objectos de uso doméstico (um jarro e um prato) e um cesto de verga com alimentos. A partir das aberturas do tecto, descem pares de anjos com livros nas mãos, formando uma diagonal descendente que conduz e guia o nosso olhar até à Sagrada Família.
Incorporação:
Outro - Transferência: Convento do Paraíso (Lisboa)
Origem / Historial:
O retábulo designado "do Paraíso", assim designado uma vez que provém do altar-mor do extinto Convento do Paraíso em Lisboa, foi já objecto de alguns estudos que resultaram em opiniões diversas e divergentes no que toca à sua autoria. Num primeiro momento, o conjunto foi atribuído a Grão Vasco (Vasco Fernandes), por Taborda e Cirilo, opinião refutada por Raczynski que propôs o nome de Abram Prim (Primus). Carl Justi apontou como autor o pintor Velascus e Émile Bertaux dividiu a série em dois conjuntos, atribuindo a "Anunciação", a "Visitação" e a "Natividade" a Cristóvão de Figueiredo, e os restantes painéis ao "Mestre do Retábulo de Santiago". Foi, porém, José de Figueiredo quem reagropou novamente as oito pinturas e as enquadrou na obra do "Mestre do Paraíso", no que foi secundado por Reinaldo dos Santos. A Myron Malkiel-Jirmounsky coube alertar para o facto de estarmos na presença de uma obra colectiva e não de um só pintor. Actualmente, e na esteira deste último historiador, ainda que se destaque o nome de Gregório Lopes na atribuição deste conjunto retabular, não há dúvida em se afirmar que se trata de uma obra de parceria, o que é desde logo visível na heterogeneidade pictórica e técnica das várias tábuas que o compõem. oficina na elaboração e realização destas pinturas.
 
     
     
   
     
     
     
 
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