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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional do Azulejo
N.º de Inventário:
MNAz 227/4 Az
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Cerâmica
Denominação:
Painel de azulejos
Título:
História do Chapeleiro António Joaquim Carneiro
Autor:
Desconhecido
Local de Execução:
Portugal
Centro de Fabrico:
Lisboa
Oficina / Fabricante:
Real Fábrica de Louça, ao Rato
Datação:
1790 d.C. - 1800 d.C.
Matéria:
Barro
Técnica:
Faiança
Dimensões (cm):
altura: 83cm; largura: 119cm; espessura: 1cm;
Descrição:
Painel rectangular. No centro, medalhão oval delimitado por grinalda rematada por filactera com as extremidades enroladas, contendo a seguinte legenda:"ODITO APRENDENDO OSEU OFICIO COMSEU TIO ANTONIO FRIRE CARNEIRO". A composição apresenta fachada muito aproximada de edifício, com as portas laterais seccionadas pela moldura e aberta a central que deixa ver o espaço interior onde, atrás de um balcão, fechado com apainelados e antecedido por uma banca onde pousam chapéus de abas direitas, está, à direita, um homem de perfil, sentado, com cabeleira e gorro, vestindo colete e casaca, lenço no pescoço e camisa, da qual se vê o folho das mangas, apontando para um chapéu que, um rapaz (o protagonista) em pé, vestido de casaca e colete, escova; na frente, sobre o balcão, três chapéus de aba direita. Atrás, chapéus em prateleiras aos lados e ao fundo sobre uma porta. O fundo está centrado na porta de dois batentes de perfil superior recortado, para onde converge a perspectiva das prateleiras laterais. Sob a reserva, e em simetria a ornato concheado, arrancam duas folhas alongadas de acanto, a que se liga uma ferragem em grega recta, que nos cantos se eleva suportando cestos cónicos com flores, na base dos quais se cruzam dois ramos que, unidos superiormente por um laço, se fecham em reserva oval. A linha vertical do suporte é animada por ramos de campânulas e, mais acima, folhas de acanto, sempre em simetria, grinaldas presas em três pontos de cada uma das folhas de acanto da base são seguras, lateralmente no bico de pássaros em voo, pendendo em festão. Finas ramagens preenchem o espaço superior dos painéis. Base com barra esponjada. Pintura polícroma a azul, ocre, verde e manganês sobre fundo branco.
Incorporação:
Outro - Desconhecido (fundo antigo)
Origem / Historial:
Forma de Protecção: classificação; Nível de Classificação: interesse nacional; Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devem recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei nº 107/2001, de 8 de Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas; Legislação aplicável: Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro; Acto Legislativo: Decreto; Nº 19/2006;18/07/2006 Encomenda do protagonista da história e provenientes da sua própria casa.

Bibliografia

Azulejos, catálogo de exposição Europália 91 - Portugal. Bélgica, Bruxelas, Porte de Hal , 20/09/1991 a 29/12/1991, pág. 147-149

Cerâmica Neoclássica em Portugal, catálogo de exposição. Lisboa: IPM-MNA, 1997, pág. -133

Real Fábrica de Louça, ao Rato. Lisboa: IPM, 2003, pág. 521

Roteiro do Museu Nacional do Azulejo. Lisboa, IPM: Edições Asa, 2003, pág. 140-143

Tan vasta libertad en tan estrecha regla : el arte del azulejo en Portugal del siglo XVI al siglo XX = Tão vasta liberdade em tão estreita regra: a arte do azulejo em Portugal do século XVI ao século XX. Lisboa: Museu Nacional do Azulejo, 2005, pág. 89

Azulejos. Obras do Museu Nacional do Azulejo. S.l.e.: Chandeigne, 2009., pág. 98-101

 
     
     
   
     
     
     
 
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