MatrizNet

 
Logo MatrizNet Contactos  separador  Ajuda  separador  Links  separador  Mapa do Site
 
sábado, 15 de dezembro de 2018    APRESENTAÇÃO    PESQUISA ORIENTADA    PESQUISA AVANÇADA    EXPOSIÇÕES ONLINE    NORMAS DE INVENTÁRIO 

Animação Imagens

Get Adobe Flash player

 


 
     
     
 
FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea
N.º de Inventário:
23
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Pintura
Denominação:
Cinco artistas em Sintra
Datação:
1855 d.C.
Matéria:
Óleo
Suporte:
Tela
Técnica:
Pintura a óleo
Dimensões (cm):
altura: 86,3; 104; largura: 128,8; 145;
Descrição:
Um dos primeiros retratos de grupo da pintura portuguesa (mais tarde retomado por Columbano em "O Grupo do Leão" de 1885) que combina paisagem com a pintura de género. No primeiro plano à esquerda, rochas encobertas pela sombra. No plano seguinte, soalheiro, um grupo de camponeses trajando à saloia em tons de castanho e verde com vermelho e o branco a destacar alguns elementos (a nulher com uma saia, corpete e lenço na cabeça, carrega um cesto coberto por um pano branco; o homem, de calças, botas altas, colete e barrete na cabeça tem a pender no ombro direito uma manta; as crianças vestem calções ou saias, casacos e chapéu, lenço ou barrete)ladeiam dois dos artistas. Ao centro da composição Anunciação, sentado com a perna esquerda adiantada segurando a caixa das tintas, erguendo com a mão direita o pincel e com a mão esquerda segurando a paleta e o tento. O corpo está ligeiramente inclinado para a esquerda e o rosto para a direita; por trás, Metrass, de pé, envergando uma capa e um chapéu à Rubens pretos. O rosto tem barba e bigode encoberto até ao nariz pela sombra; o olhar fixa o espectador. Em terceiro plano, um enorme rochedo, com algumas plantas no topo cerve de apoio ao escultor Vitor Bastos que veste calças e casaco comprido em preto, tem na cabeça um chapéu e assume uma atitude jocosa, com a mão direita colocada na anca; o próprio Cristino da Silva, num auto-retrato iluminado e vestindo de castanho, desenhando num pequeno caderno e José Rodrigues, com uma capa castanha, sentado numa pedra - na qual se reflete a sua sombra cuja luz contraria a incidente na tela - à direita destes dois e folheando um album. Ao fundo, à esquerda, o palácio da Pena, esboçada, sobre uma imaginária montaha de pedra, e o céu, tempestuoso e cinzento à esquerda, mais nubloso e azul à direita. Homenagem ao Mestre Anunciação, esta obra depressa foi considerada a mais representativa do romantismo português, celebrando o Palácio da Pena na romântica Sintra, a paisagem recolhida do "natural", os costumes, e o retrato.
Incorporação:
Transferência - Academia de Belas Artes de Lisboa
Origem / Historial:
Pertenceu às colecções do rei D. Fernando II (1816-1885). Adquirido pelo Estado através do Legado Valmor, a Madalena Adelaide Namura para a Academia Real de Belas-Artes em 1908-09. Integrado no MNAC em 1911. Valor de seguro: 70 000,00€ (setenta mil euros), em 2010
 
     
     
   
     
     
     
 
Secretário Geral da Cultura Direção-Geral do Património Cultural Termos e Condições  separador  Ficha Técnica