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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea
N.º de Inventário:
23
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Pintura
Denominação:
Cinco artistas em Sintra
Datação:
1855 d.C.
Matéria:
Óleo
Suporte:
Tela
Técnica:
Pintura a óleo
Dimensões (cm):
altura: 86,3; 104; largura: 128,8; 145;
Descrição:
Um dos primeiros retratos de grupo da pintura portuguesa (mais tarde retomado por Columbano em "O Grupo do Leão" de 1885) que combina paisagem com a pintura de género. No primeiro plano à esquerda, rochas encobertas pela sombra. No plano seguinte, soalheiro, um grupo de camponeses trajando à saloia em tons de castanho e verde com vermelho e o branco a destacar alguns elementos (a nulher com uma saia, corpete e lenço na cabeça, carrega um cesto coberto por um pano branco; o homem, de calças, botas altas, colete e barrete na cabeça tem a pender no ombro direito uma manta; as crianças vestem calções ou saias, casacos e chapéu, lenço ou barrete)ladeiam dois dos artistas. Ao centro da composição Anunciação, sentado com a perna esquerda adiantada segurando a caixa das tintas, erguendo com a mão direita o pincel e com a mão esquerda segurando a paleta e o tento. O corpo está ligeiramente inclinado para a esquerda e o rosto para a direita; por trás, Metrass, de pé, envergando uma capa e um chapéu à Rubens pretos. O rosto tem barba e bigode encoberto até ao nariz pela sombra; o olhar fixa o espectador. Em terceiro plano, um enorme rochedo, com algumas plantas no topo cerve de apoio ao escultor Vitor Bastos que veste calças e casaco comprido em preto, tem na cabeça um chapéu e assume uma atitude jocosa, com a mão direita colocada na anca; o próprio Cristino da Silva, num auto-retrato iluminado e vestindo de castanho, desenhando num pequeno caderno e José Rodrigues, com uma capa castanha, sentado numa pedra - na qual se reflete a sua sombra cuja luz contraria a incidente na tela - à direita destes dois e folheando um album. Ao fundo, à esquerda, o palácio da Pena, esboçada, sobre uma imaginária montaha de pedra, e o céu, tempestuoso e cinzento à esquerda, mais nubloso e azul à direita. Homenagem ao Mestre Anunciação, esta obra depressa foi considerada a mais representativa do romantismo português, celebrando o Palácio da Pena na romântica Sintra, a paisagem recolhida do "natural", os costumes, e o retrato.
Incorporação:
Transferência - Academia de Belas Artes de Lisboa
Origem / Historial:
Pertenceu às colecções do rei D. Fernando II (1816-1885). Adquirido pelo Estado através do Legado Valmor, a Madalena Adelaide Namura para a Academia Real de Belas-Artes em 1908-09. Integrado no MNAC em 1911. Valor de seguro: 70 000,00€ (setenta mil euros), em 2010
 
     
     
   
     
     
     
 
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