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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu de Évora
N.º de Inventário:
ME 1814
Supercategoria:
Arqueologia
Categoria:
Epigrafia
Denominação:
Ara votiva à Deusa Turubrigense
Autor:
Desconhecido
Datação:
I d.C. - Romano
Matéria:
Mármore cinzento de S. Brissos
Dimensões (cm):
altura: 54; largura: 30; espessura: 18,5;
Descrição:
Ara em mármore cinzento claro (de S. Brissos). Está bastante deteriorada, devido à reutilização a que foi sujeita: foram abertas duas cavidades rectangulares (c. 7 x 11,5 cm) nas molduras do capitel e da base e o desgaste apagou a maior parte do letreiro. No capitel é ainda visivel um fóculo circular central, ladeado de dois toros decorados com três arcos em relevo; à frente tem um frontão liso. A molduração, nas quatro faces, é simples (de dois toros). Texto paginado no fuste, não obedecendo a qualquer regra de simetria ou alinhamento. Caracteres de tipo monumental quadrado, verticais e regulares. O texto (ainda visível) ocupa 3 linhas. Altura das letras: 4cm.
Incorporação:
Outro - Transferência da Biblioteca Pública de Évora
Proveniência:
Quintos.
Origem / Historial:
IRCP 287 CIL 71 A primeira referência encontrada é a de Hubner (1869). Sabe-se que a peça vem dos arredores da cidade, a hipótese de vir de Quintos foi posta por ser o local de proveniência um outro monumento dedicado à mesma divindade (de paradeiro desconhecido). Trata-se de uma divindade indígena, infernal, protectoras das almas no Além (Encarnação, 1984).
 
     
     
   
     
     
     
 
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