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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arqueologia
N.º de Inventário:
BUS 22
Supercategoria:
Arqueologia
Categoria:
Escultura
Denominação:
Estatueta de cervídeo deitado
Datação:
VII a.C. - Idade do Ferro
Matéria:
Bronze
Dimensões (cm):
altura: 8; espessura: 2,4; comprimento: 8,4;
Descrição:
Bronze figurativo. Trata-se, possívelmente, da representação de uma fêmea de veado (cervus elaphus), sentada e com as pernas dobradas. O modelado é sintético, quase linear, mas expressivo e elegante. Sobre o corpo, de fundição oca e desproporcionadamente pequeno, assenta o pescoço alto e forte, com ligeira torsão para a esquerda. A cabeça, com o focinho erguido, foi suavemente demarcada do pescoço. Os olhos estão representados por orifícios profundos, e tanto as narinas como a boca são incisas. As duas orelhas, que estariam levantadas em sinal de alerta, encontram-se fragmentadas, a direita pelo volume mesial e a esquerda, pela base. Também a cauda, que seria muito curta conforme é característica da espécie figurada, está ligeiramente amputada. As pernas, esquemáticas, mostram pequeno espessamento nas extremidades, representando os cascos. Tanto ao longo da linha cervico-dorsal, como na base do pescoço e na área central direita deste, como ainda de ambos os lados do corpo, observam-se sucessões de pequenas incisões circulares, formando linhas, feitas a punção. Sob cada uma das extremidades da peça existe um espigão de fixação.Esta escultura decoraria a tampa ou a aba do prato de uma "thymiaterion", conforme deixam supor alguns paralelos próximos
Incorporação:
Doação - António Júdice Bustorff Silva
Proveniência:
Desconhecido.
Origem / Historial:
Pertencente à colecção de peças arqueológicas de António Júdice Bustorff da Silva que a doou ao Estado Português, por intermédio de António de Oliveira Salazar, de quem era amigo. Através de despachos, respectivamente do Secretário de Estado do Tesouro, de 24 de Março de 1969, e do Ministro da Educação Nacional, de 3 de Abril de 1969, a colecção é formalmente aceite pelo Estado, dando, acto contínuo, entrada no Museu Nacional de Arqueologia, requisito que constituia uma das condições de doação da colecção.
 
     
     
   
     
     
     
 
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