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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Palácio Nacional da Ajuda
N.º de Inventário:
53858
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Fotografia
Denominação:
Vítor Emanuel II, Rei de Itália (1828-1878)
Centro de Fabrico:
Lisboa
Matéria:
Papel fotográfico. (Moldura original em veludo azul, vidro e filetes de bronze dourado trabalhado).
Técnica:
Espécie fotográfica positiva, ampliada e retocada.
Dimensões (cm):
altura: 26 cm; largura: 20,2 cm;
Descrição:
Retrato de estúdio. De frente, com grandes bigodes e barbicha. Traje civil com gola branca. Retrato retocado a branco, feito a partir de um retrato de Alessandro Duroni, fotógrafo real, em Milão. (ver Doc. associada). Vítor Emanuel, Rei da Sardenha de 1849 a 1861 e 1º Rei Vítor Emanuel II de Itália a partir de 1861, nasceu em Turim, no Piemonte, a 14 de março de 1828. Era filho de Carlos Alberto de Savoia-Carignano, Rei da Sardenha, e de Maria Teresa de Hasburgo-Lorena, arquiduquesa de Aústria. Em 1842, com 22 anos, casou com a sua prima, Maria Adelaide, Arquiduquesa de Áustria, filha do Arquiduque Rainer José da Áustria, que morreria aos 34 anos. O casal teve cinco filhos, Humberto, Príncipe do Piemonte e rei Humberto I de Itália; a princesa Maria Clotilde de Sabóia; Amadeu Duque de Aosta e rei de Espanha; Otão, Duque de Monferrato; e Maria Pia de Sabóia, Rainha de Portugal. Casou ainda morganaticamente, dois meses antes de morrer, com Rosa Vercellana, condessa de Mirafiori, a sua mais longa relação extra -conjugal, de que resultaram dois filhos por ele perfilhados. Quando seu pai declarou Guerra ao Império Austro-Húngaro, na primeira Guerra da independência, Vítor Emanuel destacou-se militarmente, tendo sido ferido na Batalha de Goito (1848). Após a abdicação do pai, em 1849, sucedeu-lhe como Rei da Sardenha. Corajoso e determinado, foi o arquitecto da segunda fase do “Resorgimento” - o movimento que desde 1815 pretendia unificar o país, constituído por vários pequenos estados submetidos a potências estrangeiras - que terminaria com a unificação de Itália, concluída em 1870, com a anexação dos Estados Pontifícios. Para tal teve o apoio crucial de dois republicanos: o primeiro ministro Camilo Benso, Conde de Cavour (1810-1861) e o general Giuseppe Garibaldi (1807-1882). Apelidado de “Pai da Pátria”, morreu em Roma a 9 de janeiro de 1878, com 59 anos e está enterrado naquela cidade, no Panteão.
Incorporação:
Transferência - Casa Real
Origem / Historial:
Registo deste conjunto de retratos do “Arrolamento Judicial dos Bens Existentes no Palácio Nacional da Ajuda” (1910-1913): P”118 (2116v e 2117) “Quinze molduras ovaes, de veludo azul, armando em cavallete. Guarnições de metal cinzelado, dourado, e uma argola em cima. Guarnecidas de couro verde por traz, com o,38 de A. E =,31 de L., contendo , uma, o retrato de D. Marianna com um filho ao collo, outra, D. Antonia, outra D. Augusto, outra, D. Pedro V, e outra D. João, da Casa de Bragança, outra o principe Napoleão, outra a princesa Clotilde, sua mulher, outra, D. Maria Pia, outra o rei Humberto, e outra, talvez, da mesma senhora, mais nova, outra d’uma senhora de idade, vendo um álbum, e outra um rapaz novo, ao que parece da mesma família.”
 
     
     
   
     
     
     
 
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