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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Etnologia
N.º de Inventário:
AC.786
Supercategoria:
Etnologia
Categoria:
Ritual
Denominação:
Escultura
Autor:
Desconhecido
Local de Execução:
Guiné-Bissau
Grupo Cultural:
Nalu
Datação:
XX d.C.
Matéria:
Madeira, metal
Dimensões (cm):
altura: 29.5; largura: 1.20; comprimento: 3.15;
Descrição:
Escultura de madeira parecendo representar uma cabeça híbrida de homem e de ave, na qual o queixo humano se prolonga e aguça num autêntico bico. A testa apresenta-se com a forma esferoide e nela se pregam, indicando os olhos, dois pregos de cabeça de latão. O crânio prolonga-se para a retaguarda, facetado e com uma crista longitudinal. Brincos de arame nas orelhas furadas. A máscara está em posição horizontal e tem uma haste que a liga a uma base circular. Todas estas três partes são escavadas num só bloco. Muito antiga, usada, bico partido (falta) e zonas lacunares por ataque de termitas, superficiais, no lado esquerdo da cabeça e por toda a base.
Incorporação:
Compra
Proveniência:
Cerca de Campeane, Guiné-Bissau
Origem / Historial:
Informações dadas a Victor Bandeira por Tomás Camará, régulo de Cacine, e registadas na ficha de inventário, acompanhadas de desenhos ilustrativos: «Mrime é um feitiço masculino. Dá boa sorte para colheitas, casas , etc. Há Mrimes com base e Mrimes que ficam espetados numa caixa cilíndrica feita de varas entretecidas. Essa caixa é cheia de terra e por cima são espetados picos de porco espinho. Sobre o Nhinte Kamatchol (que significa livro de sabedoria), é uma máscara semelhante ao “Mrime”, Tomás Camará, diz ser o símbolo de uma sociedade secreta, que serve de “escola”. A cabeça representa um pelicano (Mtong-Moné). Quando das danças, é usado sobre a cabeça, unicamente à morte de um grande “homem velho”, as mulheres podem então vê-lo. Dizem que existem Kamantchois em Cassentem e Cassebêche.»
 
     
     
   
     
     
     
 
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