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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arqueologia
N.º de Inventário:
994.40.2
Supercategoria:
Arqueologia
Categoria:
Epigrafia
Denominação:
Cupa de Patricia
Grupo Cultural:
Época Romana
Datação:
II d.C. - III d.C. - Época Romana
Matéria:
Calcário margoso
Dimensões (cm):
altura: 44; largura: 40; comprimento: 86;
Descrição:
Cupa de calcário provida de soco, para ser colocada sobre o solo, cobrindo a sepultura. Três grupos de três arcos, representando as aduelas, localizam-se junto aos extremos e ao centro de superfície convexa, dividindo-a em dois campos: no da direita situa-se a cartela epigráfica delimitada por uma moldura formada por elementos lisos e um cordão, conjunto sob o qual se vê uma larga corola de oito pétalas. Ao centro, ladeada por dois grupos de dois elementos cilíndricos cada, superiormente rematados por apêndices flamiformes. No campo esquerdo, parcialmente apagado, avulta outra corola de oito pétalas, mas enquadrada num octógono, corola também ladeada por elementos cilíndricos do mesmo modo atrás descrito. Em cada topo surge de novo figurada uma corola de oito pétalas e envolta por tripla coroa de louros rematada por uma fita vertical com cordão. D(iis) M(anibus) S(acrum) / ET PATRICIAE / VIXIT ANN(is) / XXV MENS(ibus) / (5) VII DIEB(us) VIIII / SIBIRIBS [sic] // "Consagrado aos Deuses Manes e a Patricia. Viveu 25 anos, 7 meses (e) 8 dias (...?...)"
Incorporação:
Outro - Mandato legal. Colecção Estácio da Veiga. Ingressou no MNA por despacho Ministerial.
Proveniência:
Quinta de Marim
Origem / Historial:
*Forma de Protecção: classificação; Nível de Classificação: interesse nacional; Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente, os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devam recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei nº 107/2001, de 8 de Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas; Legislação aplicável: Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro; Acto Legislativo: Decreto; nº 19/2006; 18/07/2006* O sítio de Quinta de Marim, pertença de João Lúcio Pereira, foi explorado por Estácio da Veiga, em 1877, enquadrado no estudo arqueológico do Algarve tendo em vista o levantamento da respectiva Carta Arqueológica. Nesta herdade assinalou e escavou importantíssimos restos de cinco construções romanas, indicadas na "Carta Archeológica do Algarve" como pertencentes a uma "povoação extinta ou arrazada". Dessas construções, entre elas, um balneário e um templo, levantou uma planta geral ou de conjunto, e quatro plantas individuais de cada construção. Todos os materiais recolhidos nos edifícios e na necrópole fizeram parte do “Museu Archeologico do Algarve”. Em 1894, Santos Rocha retomou as escavações na mesma herdade e descobriu o que julgou ser uma segunda necrópole mais pequena, da qual fez um levantamento da planta. Os materiais por si recolhidos foram depositados no Museu da Figueira da Foz. As peças do então denominado Museu do Algarve foram, em 1894, integradas no actual Museu Nacional de Arqueologia por decreto ministerial de 20 de Dezembro de 1893, pelo ministro Bernardino Machado (segundo OAP, I série, Vol. VII, 1903).
 
     
     
   
     
     
     
 
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