MatrizNet

 
Logo MatrizNet Contactos  separador  Ajuda  separador  Links  separador  Mapa do Site
 
terça-feira, 9 de agosto de 2022    APRESENTAÇÃO    PESQUISA ORIENTADA    PESQUISA AVANÇADA    EXPOSIÇÕES ONLINE    NORMAS DE INVENTÁRIO 

Animação Imagens

Get Adobe Flash player

 


 
     
     
 
FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Etnologia
N.º de Inventário:
AN.135
Supercategoria:
Etnologia
Categoria:
Transportes
Denominação:
Cesto
Autor:
Desconhecido
Local de Execução:
Brasil / Região Centro-Oeste / Mato Grosso - Rio Tapirapé
Datação:
XX d.C.
Matéria:
Fibras vegetais, madeira, fios de algodão, penas
Técnica:
Cestaria - entrecruzado: esta técnica obtém-se pelo cruzamento de duas séries de elementos, a trama e a urdidura, que vão passando perpendicularmente por cima e por baixo uns dos outros.
Dimensões (cm):
altura: 24,7; diâmetro: 24;
Descrição:
Cesto de base quadrangular e corpo cilindriforme que vai estreitando para o topo, em fibras vegetais feito pela técnica do entrecruzado de diagonal aparente. A peça apresenta um bordo rígido formado por um aro de madeira envolvido e fixado por fios de algodão de cor preta. No bordo é visível um cordão de fios de algodão de cor preta que constitui a alça e cujas pontas percorrem dois dos lados do cesto, no interior e no exterior, unindo-se por fim na base. A este cordão é unido em cada lado da peça, junto ao bordo, um tufo de penas de tons vermelho, amarelo, azul e verde fixado a segmentos rectos de madeira com de fios de algodão branco. A meia altura da peça é visível, de cada lado, um cordão de fios de algodão de cor preta que cruza, transversalmente, o primeiro e que apresenta, junto das pontas pendentes, dois tufos de penas de tons vermelho, amarelo, azul e verde fixados a segmentos rectos de madeira com de fios de algodão branco. Diâmetro da abertura (cm): 16
Incorporação:
Compra - Anterior proprietário: Desconhecido
Proveniência:
Grupo cultural: Tapirapé. Coordenadas: Mato Grosso - Rio Tapirapé
Origem / Historial:
Segundo a ficha manual este tipo de cesto é fabricado pelas mulheres. Nota informativa sobre a constituição da Colecção Victor Bandeira: Em 1964/65 Victor Bandeira e Françoise Carel Bandeira, incentivados por Jorge Dias e Ernesto Veiga de Oliveira, e com o apoio do Centro de Estudos de Antropologia Cultural de Junta de Investigações do Ultramar e das autoridades brasileiras, empreenderam uma expedição à selva amazónica, com o objectivo de conhecer, por experiência e participação efectiva, as formas de comportamento, a cultura material e imaterial, os rituais, os ritos e as artes, dos grupos indígenas que habitavam nessa região. Durante a sua estada no terreno, o casal Bandeira, percorreu várias regiões do Brasil, Equador, Peru e Colômbia, e contactou com diferentes grupos de índios. Dessa investigação resultou uma extensa colecção de artefactos que documenta e exprime de um modo perfeito e completo todos os aspectos da vida e das concepções, dos ritos e da criação plástica dos vários grupos com quem estabeleceram relações, inúmeros registo visuais e sonoros, e um vasto conhecimento teórico sobre a vida, a cultura e arte dos ameríndios do Brasil. Esta colecção foi apresentada ao público em Outubro de 1966 nos Salões da Sociedade de Belas Artes de Lisboa, sob o patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian e da Embaixada do Brasil. Em 1969 a colecção é adquirida pelo então Ministério do Ultramar, com a participação financeira da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação da Casa de Bragança e de alguns particulares devotados, a fim de ser entregue e incorporada no património do Museu Nacional de Etnologia. A colecção, constituída por cerca de 745 peças, abrange todas as classes de artefactos.

Título

Local

Data Início

Encerramento

N.º Catálogo

Arte do Índio Brasileiro

Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa

1966

 
     
     
   
     
     
     
 
Secretário Geral da Cultura Direção-Geral do Património Cultural Termos e Condições  separador  Ficha Técnica