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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu de Alberto Sampaio
N.º de Inventário:
MAS O 52
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Ourivesaria
Denominação:
Tríptico
Autor:
Desconhecido
Datação:
1376 d.C. - 1425 d.C.
Matéria:
Madeira revestida de prata dourada
Dimensões (cm):
altura: 135; largura: 175;
Descrição:
Tríptico rectangular realizado em prata, com aplicações de esmaltes sobre estrutura de madeira de cedro. É constituído por um painel central e dois volantes laterais. O painel central está dividido em dois níveis. A representação da Natividade ocupa o inferior, com cerca de metade da altura do painel, enquanto a metade superior apresenta uma estrutura arquitectónica. Em primeiro plano é representada Nossa Senhora deitada numa cama, tendo sobre as roupagens o Menino Jesus sentado. Junto ao leito, à esquerda, S. José sentado a dormir. No volante esquerdo dois registos dividem o painel sob arcos trilobados sendo apresentado no nível superior, A Anunciação, e no inferior, A Apresentação no Templo. No volante direito de estrutura idêntica ao volante oposto, representa no registo superior A Anunciação aos pastores e no registo inferior a Epifania com os três Reis Magos.
Incorporação:
Transferência - Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira
Origem / Historial:
Forma de Protecção: classificação; Nível de Classificação: interesse nacional; Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devem recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas; Legislação aplicável: Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro; Acto Legislativo: Decreto; N.º 19/2006; 18/07/2006 Segundo tardia tradição vimaranense, este altar fez parte dos bens da capela de D. João I de Castela, que ficaram em Portugal depois da derrota em Aljubarrota. Após a batalha o Mestre de Avis oeferece-o a Nossa Senhora da Oliveira, a quem pedira protecção nas vésperas do evento. Gaspar Estaço, na sua obra "Várias Antiguidades de Portugal", datada de 1615, foi verdadeiramente o primeiro estudioso da oferta de D. João I. O retábulo teria sido mandado fazer pelo Mestre de Avis, com a prata que ofereceu a Nossa Senhora da Oliveira.
 
     
     
   
     
     
     
 
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