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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu da Música
N.º de Inventário:
MNM 0018
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Instrumentos musicais
Denominação:
Viola de Amor
Autor:
Lauren, Arcad -Arcad Lourentini
Local de Execução:
Turim
Centro de Fabrico:
Itália
Datação:
XVIII d.C.
Matéria:
Pinho da Flandres, sicómoro, ácer, metal, osso, tripa
Dimensões (cm):
altura: a= 4,5; largura: L1= 18,3; L2= 11,5; L3= 22,3; comprimento: C= 72; c= 37; b= 15;
Descrição:
Na parte posterior do cravelhal tem gravado a buril "L P ". Cravelhal de treze cravelhas, aberto com pequena trave de segurança em osso, terminando em cabeça de menina com os olhos vendados, com a cabeça muito inclinada para baixo. Sete cordas reais, em tripa, e seis simpáticas, de arame. Braço em sicômoro. Tampo bombeado de duas metades em pinho da Flandres. Aberturas sonoras em C. Ponto marchetado com filete. Estandarte de presilha com botão. Rosácea fechada, lavrada a fogo. Fundo plano de duas metades em ácer, de aba ligeiramente descaída.Ilhargas também em ácer. As cordas simpáticas prendem na costilha da base com pequenos pregos, passando pela pestana de osso colocada na base do tampo, sob o estandarte.
Incorporação:
Outro - Proveniente da Colecção Keil, Cat. 15, invº 52
Origem / Historial:
Viola d'Amore Espécie de viola muito difundida nos fins do séc. XVII e XVIII. Do tamanho de uma violeta, mas com as características da viola da gamba: costas lisas, ombros inclinados, costilhas largas, cabeça entalhada no topo do cravelhal. Aberturas sonoras em forma de espada de fogo e pequena rosácea. Não tem trastos. Som particularmente doce, 14 cordas, 7 para tocar que passam por cima do cavalete e 7 simpáticas que atravessam o cavalete e, por baixo do ponto, vão-se prender a cravelhas separadas. O uso de cordas simpáticas e aberturas sonoras em forma de "espada de fogo" leva a sugerir uma influência indiana e do Médio Oriente. A primeira referência a Viola D'Amore é o diário de John Evelyn, 1679. Indicam-se 2 tipos de viola d'amore: um instrumento pequeno, de costilhas estreitas e cordas metálicas não simpáticas; um instrumento do tamanho da violeta, com cordas simpáticas. Muitos louvam seu som suave e doce. Durante a maior parte do séc. XVIII, a viola d'amore era afinada conforme a composição a tocar. No fim do séc. XVIII a afinação era em ré maior. As cordas simpáticas eram afinadas com as de tocar.
 
     
     
   
     
     
     
 
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