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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu da Música
N.º de Inventário:
MNM 0205
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Instrumentos musicais
Denominação:
Flauta de Bisel Tenor
Local de Execução:
Lyon
Centro de Fabrico:
França
Datação:
XVIII d.C.
Matéria:
Buxo?, Nogueira?, coberta de verniz encarniçado; marfim, latão
Dimensões (cm):
diâmetro: 7,6; 1,7; comprimento: 65,3;
Descrição:
Instrumento de sopro conduzido: como a maioria das flautas a partir do final do séc. XVII, é constituída por três partes que se encaixam. Tem 7 orifícios, sendo o último accionado por uma chave rectangular de latão, correspondente à nota mais grave. A flauta é feita em buxo e é guarnecida com 5 virolas de marfim. A madeira foi pintada (tingida?) e/ou envernizada. Tem uma inscrição na peça central com a marca do construtor Rust A.Lyon.
Incorporação:
Legado - Colecção Alfredo Keil, Cat. 238, Inv. 187
Origem / Historial:
Pensa-se que a flauta de bisel teve a sua origem no Norte de Itália durante o séc. XIV. É durante o Séc. XVI que parece ter sido popularizada. A flauta renascentista era feita geralmente de uma só peça de madeira; é mais larga e com a entrada de ar praticamente cilíndrica. A parte de baixo não era rotativa e por isso eram feitos dois orifícios em vez de um, desta forma a posição das mãos poderia inverter-se, tapando-se com cera o que não era usado. Era sobretudo tocada em grupo e não como instrumento solista. A flauta Barroca apresenta as características acima mencionadas na descrição.
 
     
     
   
     
     
     
 
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