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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu da Música
N.º de Inventário:
MNM 0016
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Instrumentos musicais
Denominação:
Contrabaixo de 5 cordas
Autor:
Barbieri, Francesco
Local de Execução:
Italia
Centro de Fabrico:
Italia - Verona
Datação:
1697 d.C.
Matéria:
Pinho de Flandres, Sicômoro
Dimensões (cm):
altura: a1=107;a2=150; largura: l1=439;l2=330;l3=628; comprimento: C=1691;c=1064;
Descrição:
Cordofones, com cavalete, com braço, friccionado com arco: Tampo de duas metades em pinho de Flandres com filete duplo pintado. Ilhargas e costas planas de duas metades em sicômoro, com rebordo e aba dobrada. Braço terminando em voluta, com cravelhas cordiformes, presumivelmente originais. Aberturas acústicas em ff.
Incorporação:
Compra - Proveniente da Coleção Keil; adquirido pelo Conservatório Nacional em 1943
Origem / Historial:
O contrabaixo é o maior instrumento de corda friccionada. Em relação aos outros elementos da família é o que possui a sonoridade mais grave, devido às suas dimensões que, contudo, variam de país para país, sendo os instrumentos franceses mais pequenos e os alemães normalmente maiores. Não se trata de um instrumento muito utilizado a solo e para música de câmara não tem grande repertório, embora seja muito conhecido o quinteto "A Truta", de Schubert. É, contudo, no jazz que o contrabaixo tem grande projecção como instrumento solista, sendo muitos os músicos que a ele se dedicam. Curiosamente, no jazz, o contrabaixo não é tocado com arco, mas sim em pizzicato. Na exposição, chama-se a atenção para os exemplares da autoria de violeiros portugueses, casos do prolífico Joaquim José Galrão (Lisboa, 1760-1794) e de António Joaquim Sanhudo (?-1869), do Pe. António Alvura (c. 1820-1902), António Dinis e Henrique Monteiro. Refira-se ainda o violoncelo de António Stradivari que pertenceu e foi tocado pelo rei D. Luís I, único instrumento com a assinatura do mítico construtor italiano no nosso País, e um outro de Henry Lockey Hill que pertenceu à violoncelista portuguesa Guilhermina Suggia. Destaque também para o contrabaixo de Andrea Guarneri (1626-1698), fundador da dinastia de famosos violeiros de Cremona. O maior e mais grave dos instrumentos de arco. Tem comprimento de 1,82 m, forma semelhante à do violoncelo, o tampo e o fundo da caixa de ressonância ligeiramente abaulados. A música para contrabaixo é escrita na clave de fá e soa uma oitava abaixo. Suas quatro cordas são afinadas por quartas, em mi 2, lá 2, ré 3, sol 3. Praticamente indispensável na música sinfônica, sua função é reforçar os baixos da orquestra. Em raras composições atua como solista. Constitui desde a década de 20, instrumento fundamental nos conjuntos de jazz. Em geral na música popular, é executado sem o uso do arco, limitando-se o contrabaixo a dedilhar as cordas.
 
     
     
   
     
     
     
 
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