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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional Soares dos Reis
N.º de Inventário:
1661 Cer CMP/ MNSR
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Cerâmica
Denominação:
Escrivaninha
Autor:
Desconhecido
Local de Execução:
Portugal
Centro de Fabrico:
Porto
Oficina / Fabricante:
Fábrica de Massarelos (?)
Datação:
XIX d.C.
Matéria:
Faiança
Técnica:
Faiança moldada, com esmalte estanífero branco e decoração em relevo e pintada a amarelo, verde, azul, laranja e vinoso
Dimensões (cm):
altura: 26; largura: 14; comprimento: 21;
Descrição:
Tinteiro moldado. Forma rectangular, assente em quatro pés esféricos com folhagem; paredes laterais vazadas, tendo nos quatro ângulos superiores flores e folhagem em relevo e a meio dos lados menores e maior de trás, folhagem também em relevo; sobre a parte superior a figura de Minerva de pé, com uma palma na mão direita e um livro com compasso em cima, junto aos pés; nesta mesma zona abrem-se dois orifícios largos com receptáculos para tinta e areia com tampas em cúpula e com pega em forma de flor, e outros dois mais pequenos para as penas; na parede da frente, uma gaveta com pega em forma de botão de flor com folhas. Faiança com esmalte branco e decoração pintada a verde, amarelo, azul, laranja e vinoso.
Incorporação:
Depósito da Câmara Municipal do Porto no Museu Nacional de Soares dos Reis
Origem / Historial:
Esta peça pertenceu a Cristiano Augusto da Silva, que legou ao Museu Municipal do Porto todos os bens com valor artístico que possuía na sua casa na Rua dos Caldeireiros no Porto e na Quinta de S. Bento de Fontão (Ponte do Lima), em testamento de 15 de Julho de 1935. Depois da sua morte em 24 de Novembro de 1938, foi feito o arrolamento dos bens por representantes do Museu Municipal em 26 e 30 de Novembro do mesmo ano, sendo atribuído um número a cada peça deste legado. As peças foram então incluídas no inventário geral do Museu Municipal do Porto de 1938/39, cujo acervo foi depositado no Museu Nacional de Soares dos Reis em 1940/41, conforme o disposto no Decreto-Lei 27.879 de 21 de Julho de 1937. Antes de pertencer a Cristiano Silva fez parte da colecção de Augusto Luso, que foi vendida em 1906, constando do respectivo catálogo, com o nº 33.
 
     
     
   
     
     
     
 
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