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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arte Antiga
N.º de Inventário:
849 Pint
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Pintura
Denominação:
Deposição no Túmulo
Título:
Deposição no Túmulo
Autor:
Cristóvão de Figueiredo
Datação:
1525 d.C. - 1530 d.C.
Matéria:
Óleo
Suporte:
Madeira de carvalho
Técnica:
Pintura a óleo
Dimensões (cm):
altura: 182; largura: 156;
Descrição:
À entrada de uma gruta, Cristo é deposto no túmulo por José de Aratimeia e Nicodemos na presença da Virgem, São João e três santas mulheres. No primeiro plano, Maria Madalena envergando trajes ricos contempla a coroa de espinhos deposta sobre uma toalha branca. Do lado direito da composição duas figuras poderão representar os encomendadores da obra. A cena tem como fundo uma paisagem arborizada e rochosa, podendo-se vislumbrar ao longe a cidade de Jerusalém. No túmulo, de feição clásica, figuram-se em dois "tondi" as cenas veterotestamentárias de Jeremias lançado na cisterna e de Jonas engolido pela baleia.
Incorporação:
Transferência - Transferência: Universidade de Coimbra.
Origem / Historial:
Segundo Émile Bertaux, esta pintura e o "Ecce Homo" fariam parte de um mesmo retábulo, obra de um mestre desconhecido. José de Figueiredo atribuíu a pintura a Cristóvão de Figueiredo, colocando a hipótese de ter sido originariamente realizada para o retábulo do altar da igreja de Santa Cruz de Coimbra. Partilhando a atribuição proposta por José de Figueiredo, mas retomando as considerações de Bertaux, Teixeira de Carvalho foi da opinião de que estaríamos perante o painel central de um tríptico de que o "Ecce Homo" formaria um dos volantes. Vergílio Correia incluíu o quadro no retábulo de Santa Cruz de Coimbra apontando como autor Cristóvão de Figueiredo e parceiros, opinião seguida geralmente pela crítica actual. Apeado no início do século XVII quando foi substituído pelo novo retábulo maneirista do escultor Bernardo Coelho e dos pintores Simão Rodrigues e Domingos Vieira Serrão, do retábulo de Cristóvão de Figueiredo e do entalhador Francisco Lorete subsistem outras tábuas na sacristia do cenóbio crúzio e no Museu Machado de Castro. * Forma de Protecção: classificação; Nível de classificação: interesse nacional; Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devam recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei n.º 107/2001, de 8 Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas; Legislação aplicável: Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro; Acto Legislativo: Decreto; N.º 19/2006; 18/07/2006 *
 
     
     
   
     
     
     
 
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