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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arte Antiga
N.º de Inventário:
469 Pint
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Pintura
Denominação:
Natureza morta com cesto de frutos
Autor:
Antonio Pereda y Salgado
Datação:
1650 d.C.
Suporte:
Tela
Técnica:
Óleo
Dimensões (cm):
altura: 75; largura: 143;
Descrição:
Numa composição regida pela horizontalidade, dispõem-se em cima de uma mesa, dentro de uma cesta e fora dela, uma série de frutos (limões, romãs, medronhos...) e aprestos de cozinha (uma bilha de cobre, um barril, uma garrafa, um copo de vidro...). À semelhança da outra pintura de Pereda y Salgado existente no Museu Nacional de Arte Antiga (inventário nº 470), o quadro caracteriza-se, em termos de linhas de força, pela série de diagonais traçadas a partir da direita, o que confere a noção de profundidade e de movimento a algo que é, por natureza, imóvel. Como na maioria das pinturas de Pereda o relevo e a textura dos objectos e frutos apresentados é conseguida por um sábio e livre recurso ao empastamento. Esta técnica opõe-se ao tratamento liso do fundo, da mesma forma que a obscuridade deste se opões à iluminação dos elementos da natureza-morta.
Incorporação:
Transferência - Transferência da Academia real de Belas-Artes de Lisboa. Adquirido pelo Estado. (Colecção da Rainha D. Carlota Joaquina).
Origem / Historial:
Como o seu par, a pintura foi trazida para Portugal por Carlota Joaquina de Bourbon (1775-1839) na ocasião do seu casamento com o príncipe D. João, futuro D. João VI (1767-1826), em 1785. No início do século XIX pertencia ao recheio do Palácio do Ramalhão (Sintra), na posse da família real desde 1802, que se veio a tornar depois na residência privativa de D. Carlota Joaquina. O Estado comprou ambas as pinturas no leilão dos bens da rainha (1844-1848), passando a fazer parte da Galeria de Pintura da Academia Real de belas-Artes d Lisboa e, depois, do Museu Nacional de Arte Antiga. * Forma de Protecção: classificação; Nível de classificação: interesse nacional; Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devam recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei n.º 107/2001, de 8 Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas; Legislação aplicável: Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro; Acto Legislativo: Decreto; N.º 19/2006; 18/07/2006 *

Tipo

Descrição

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Número de inventário: IFN 588 Autor: Luis Pavão Localização: DDF

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