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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arte Antiga
N.º de Inventário:
63 Pint
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Pintura
Denominação:
Trânsito da Virgem
Título:
Trânsito da Virgem
Autor:
Cristóvão de Figueiredo
Datação:
1525 d.C. - 1540 d.C.
Matéria:
Óleo
Suporte:
Madeira de carvalho
Técnica:
Pintura a óleo
Dimensões (cm):
altura: 79; largura: 88;
Descrição:
Recostada em almofadas, a Virgem encontra-se deitada num leito segurando nas mãos um círio, no que é ajudada por São João Evangelista que está à sua cabeceira. Assitem à cena os doze apóstolos, de entre os quais se destacam Santo André agitando um turíbulo, e São Pedro que, segurando um livro, preside à cerimónia. Interesante é o pormenor já referido na descrição do quadro que consta do Catálogo Provisório do Museu Nacional de Belas Artes (1883), que chama a atenção para o facto de as moedas que se encontram representadas sobre o tamborete apresentarem quinas, a cruz floreada e o castelo, indiciando pertencerem ao reinado de D. João III, facto que permite situar com maior rigor a cronologia da pintura.
Incorporação:
Outro - Transferência: Mosteiro de Santa Maria da Vitória (Batalha).
Origem / Historial:
A proveniência desta pintura, assim como a do quadro que representa São Tomás de Aquino (Museu Nacional de Arte Antiga, Inv. 68 Pint), foi determinada por José Alberto Seabra de Carvalho a partir de uma notícia encontrada por Luís Keil nos Arquivos da Academia de Belas Artes que refere que no dia 2 de Dezembro de 1841 "“Tomam-se providências acerca da remoção para a Academia Real de Bellas Artes de dois quadros do século XVI, existentes na capela sepulcral de D. João I da Batalha, representando a «morte de Nossa Senhora» e «S. Thomás»”. Também o inventário do convento, documento este datado de 1823, confirma a notícia ao mencionar que na capela real “(...) se acha um altar antigo com um oratorio portatil que contem as Imagens do Apostolado e um retabulo do transio de N. Sra., tudo em madeira. (...) Na mesma se achão fragmentos de dois retabulos em madeira; um de Santo Thomaz e outro do Infante D. Fernando.”
 
     
     
   
     
     
     
 
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