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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional do Azulejo
N.º de Inventário:
MNAz 173 Az
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Cerâmica
Denominação:
Painel de azulejos
Título:
São João Baptista
Autor:
Desconhecido
Local de Execução:
Portugal
Centro de Fabrico:
Lisboa, Portugal
Datação:
1650 d.C. - 1660 d.C.
Matéria:
Barro; óxidos metálicos
Técnica:
Faiança
Dimensões (cm):
altura: 171; largura: 146;
Descrição:
Painel de azulejos em faiança polícroma: azul, amarelo, verde, castanho e manganês sobre branco. Representação de S. João Baptista ao centro, destacando-se pelo trajo, centralidade e tamanho em relação a outras personagens, camponeses, que o rodeiam.
Incorporação:
Outro - Desconhecido (Fundo Antigo).
Origem / Historial:
Este painel encontrava-se na arrecadação do Mosteiro da Batalha. Parece ter vindo de Alcácer do Sal, do Convento Ara Coeli, levado pelos funcionários da D.G.E.M.N. para ser colocado na Igreja Matriz da Batalha, o que não se concretizou. Pedido pelo M.N.A.A., foi cedido a título de depósito, por despacho de S. Exa. o Sub-Secretário do Tesouro, a 25 de Junho de 1963. O painel deu entrada no Museu do Azulejo a 22 de Outubro de 1963. "Um painel com S. João Baptista (Cat. 122), proveniente do Convento de Ara Coeli, em Alcácer do Sal, distingue-se dos demais pela sua dimensão, claramente superior à das composições religiosas mais correntes na azulejaria portuguesa do século XVII. Saliente-se que a desproporção da figura do santo, no centro da composição, pretendia acentuar o seu carácter divino, por contraste com as personagens que o rodeiam. Um erro de concepção na altura do santo, muito provavelmente resultante de um informação incorrecta sobre a dimensão do espaço arquitectónico a que se destinava, deixou um esboço do desenho de contorno a azul, sabendo-se, pelo estudo de vários exemplares datados, que o contorno a azul dos desenhos foi empregue na primeira metade do século XVII, sendo substituído pelo contorno a manganês na segunda metade, o que acontece na composição definitiva deste painel que, assim pode ser entendido como uma peça de transição e um importante testemunho da evolução do gosto. Teve como fonte iconográfica uma gravura de Frederik Bloemaert (1610-1669), a partir de desenho de seu pai Abraham Bloemaert (1566-1651)." João Pedro Monteiro in "Um Gosto Português. O Uso do Azulejo no Século XVII", pp. 264-265.
 
     
     
   
     
     
     
 
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