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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Grão Vasco
N.º de Inventário:
2154
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Pintura
Denominação:
Ascensão/Políptico da capela-mor da Sé de Viseu
Autores:
Vasco Fernandes (c.1475-1542)
Henriques, Francisco (act.1508-1518)
Local de Execução:
Viseu
Datação:
1501 d.C. - 1506 d.C.
Suporte:
Madeira de Carvalho
Técnica:
Pintura a óleo
Dimensões (cm):
altura: 133; largura: 82;
Descrição:
Painel do antigo retábulo da capela-mor da Sé de Viseu (1501-1506). Em redor de um volume rochoso, com sugestivas formas impressas, organizam-se as figuras que assistem à cena da subida de Jesus Cristo ao céu, designadamente a Virgem, Madalena e os apóstolos. Com a finalidade de assinalar o movimento ascendente da figura de Cristo, apenas representado a meio-corpo, recorre-se ao alteamento do olhar das personagens e acentua-se, com alguns gestos teatrais, a sua verticalidade expressiva. Tal é o caso da figura representada de costas, cujas mãos se agitam elevadas acima do corpo, ou das mãos da Virgem que, ao sugerirem o vazio, conferem movimento e dramatismo à cena. Dos restantes painéis da série repetem-se neste painel alguns rostos, nomeadamente o de Madalena, e mesmo alguns pormenores, como a figura que ostenta um rebuço multicolor, à maneira de plumagem, que se pode também identificar num dos apóstolos sentados em redor da mesa da Última Ceia. Um apontamento paisagístico, que inclui um pequeno barco entre profuso arvoredo, é transcrito de modo minucioso, para sugerir o jogo habitual entre o perto e o longe.
Incorporação:
Transferência - Da Sé de Viseu.
Origem / Historial:
Forma de Protecção: classificação; Nível de Classificação: interesse nacional; Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devam recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas; Legislação aplicável: Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro; Acto Legislativo: Decreto; N.º 19/2006; 18/07/2006
 
     
     
   
     
     
     
 
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