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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional Machado de Castro
N.º de Inventário:
2521;P8B
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Pintura
Denominação:
Lamentação de Cristo / Tríptico de Santa Clara
Autor:
Mestre Hilarius
Datação:
1486 d.C. - Gótico final
Suporte:
Madeira de castanho
Técnica:
Têmpera
Dimensões (cm):
altura: 229; espessura: 14; comprimento: 98,2;
Descrição:
Painel lateral direito do Tríptico de Santa Clara, constituído por três painéis, predela e moldura gótica flamejante incorporada. Em primeiro plano, à direita, Maria Madalena ajoelhada e inclinada sobre os pés de Cristo, lavando-Lhos com as lágrimas e enxugando-Lhos com os cabelos (alusão à sua conversão). Cristo jaz morto sobre o sudário, cuja ponta superior envolve os ombros de José de Arimateia, que segura a cabeça do Redentor. Num registo um pouco mais elevado, mas junto a Jesus, à direita, a Virgem, de mãos postas, é amparada por S. João Evangelista. Em segundo plano, à esquerda, gruta (simbolizando o Santo Sepulcro) e em fundo paisagem urbana. Pintura em duas tábuas.
Incorporação:
Transferência - Conventos extintos. Mosteiro de Santa Clara, Coimbra
Origem / Historial:
*Forma de Protecção: classificação; Nível de Classificação: interesse nacional; Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devam recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas; Legislação aplicável: Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro; Acto Legislativo: Decreto; Nº 19/2006; 18/07/2006* Elemento do Tríptico de Santa Clara, procedente do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, de Coimbra, de onde transitou para o novo convento com o mesmo nome (mas sob a invocação de Santa Isabel), e daí para a posse do Estado, com a nacionalização dos bens da Igreja.

Bibliografia

CORREIA, Vergílio - A Pintura em Coimbra no Século XVI,. Coimbra: Biblos, 1934, pág. -

CORREIA, Vergílio - Secções de Arte e Arqueologia. Coimbra: MNMC, 1941, pág. p.89, N.26

CORREIA, Vergílio; GONÇALVES, António Nogueira - Inventário Artístico de Portugal - Cidade de Coimbra. Lisboa: 1947, pág. -

DIAS, Pedro - História da Arte em Portugal - O Gótico. Lisboa: Alfa, 1986, pág. -

DIAS, Pedro - Vicente Gil e Manuel Vicente - Pintores da Coimbra Manuelina. Coimbra: Câmara Municipal de Coimbra, Julho 2003, pág. 26-29;74-75

El Arte en la época del Tratado de Tordesillas[cat.exp.]. Valladolid: 1994, pág. -

GUSMÃO, Adriano de - "Os Primitivos Portugueses e a Renascença" in Arte Portuguesa II. Lisboa: 1948, pág. -

REIS SANTOS, Luis - Estudos de Pintura Antiga. Lisboa: 1943, pág. -

SANTOS, Reynaldo dos - Oito séculos de Arte Portuguesa. História e Espírito. Lisboa: Empresa Nacional Publicidade, 1966, pág. p.44, vol.I

SANTOS, Reynaldo dos - Os Primitivos Portugueses(1450-1550). Lisboa: 1940, pág. -

 
     
     
   
     
     
     
 
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