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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arqueologia
N.º de Inventário:
E 6392
Supercategoria:
Arqueologia
Categoria:
Escultura
Denominação:
Capitel coríntio
Datação:
II d.C. - III d.C. - Época Romana
Matéria:
Mármore
Dimensões (cm):
altura: 24,5; largura: 44; comprimento: 44;
Descrição:
Capitel coríntio composto por um ábaco estreito, decorado com uma flor projectada para o exterior. Cada uma das faces do capitel - kalathos, apresenta uma decoração composta por duas coroas de folhas, com recurvamento superior acentuado. A primeira - imma folia, possui duas folhas, a segunda - summa folia, três folhas colocadas nos espaços intermédios. Duas volutas angulares e duas hélices, cobertas por elementos foliáceos ou hastes bem relevados, cujos caulículos nascem por entre as folhas, compõem o segundo registo decorativo. O relevo das folhas é bastante acentuado realizado por uma incisão mais ou menos profunda.
Incorporação:
Outro - Mandato legal. Pertencente à colecção de Estácio da Veiga todas as peças deram entrada no MNA por Despacho Ministerial
Proveniência:
Milreu
Origem / Historial:
Esta peça até à presente data estava como proveniente do Algarve. Após consulta da documentação original de Estácio da Veiga, verificou-se ser proveniente do Templo de Milreu, como consta na legenda da fotografia:"1 Milreu, ma cathedral - capitel de pilastra". A peça tem escrito na base "concelho de Faro, Milreu. As ruínas romanas de Milreu são conhecidas desde o séc. XVI através de André de Resende. Em 1877 Estácio da Veiga, no âmbito do levantamento da carta arqueológica do Algarve, efectuou as primeiras escavações arqueológicas naquele local com o apoio do dono do terreno o Sr. Manuel José de Sarrea Tavares Garfias e Torres, tendo recolhido um abundante, rico e diversificado espólio arqueológico que foi depositado no Museu do Algarve. Em 1894, este material deu entrada no Museu Etnológico Português. Durante as suas pesquisas ele escavou um balneário com 58 compartimentos, casas de habitação, oficinas industriais, arruamentos, canalizações, etc e já perto da Serra de Guelhim o cemitério da cidade. Para este investigador Milreu é então a sede da cidade de Ossonoba.
 
     
     
   
     
     
     
 
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