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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arqueologia
N.º de Inventário:
E 8016
Supercategoria:
Arqueologia
Categoria:
Arquitectura (materiais de construção e revestimento)
Denominação:
Ábaco
Datação:
VI d.C. - Antiguidade Tardia - Período Visigótico
Matéria:
Mármore de Estremoz / Vila Viçosa
Dimensões (cm):
altura: 11; largura: 32,5; comprimento: 42,5;
Descrição:
Ábaco de forma troncopiramidal achatada e truncada, com quadrado ao centro para assentar sobre o capitel. É decorado nas suas quatro faces, com palmetas estilizadas e nas faces laterais, por cruzes de braços iguais e estriados longitudinalmente inclusas em círculos. Duas das arestas apresentam estilizações de rosetas. Integrava a possível basílica paleocristã existente na Silveirona.
Incorporação:
Achado - Intervenções arquológicas do Museu.
Proveniência:
Silveirona
Origem / Historial:
Silveirona. No início do mês de Maio de 1934, no decorrer de trabalhos agrícolas no Curralinho da Mina, na Herdade da Silveirona, foram encontradas placas de mármore, de sepulturas, com inscrições datáveis do século VI d.C., material cerâmico, metais, colunas, capitéis e tijolos, e muitas ossadas humanas. Estes achados foram imediatamente comunicados ao então Museu Etnológico de Lisboa, dirigido pelo Dr. Manuel Heleno, que reconheceu tratar-se de um cemitério de alto valor científico para o estudo da época visigótica e romana. Manuel Heleno efectuou escavações arqueológicas no local, vindo a identificar duas necrópoles; uma romana (Silveirona I) e outra visigótica (Silveirona II). A necrópole romana era constituída por 86 sepulturas, a maioria delas de inumação. Eram escavadas na rocha, existindo, no entanto algumas que estavam revestidas com lages e pedras. Datará entre o século II e o final do século IV / início do V d.C. A necrópole visigótica, situada a cerca de 300 metros da outra, foi em grande parte destruída por trabalhos agrícolas e pelo menos mais de cinquenta sepulturas já tinham sido remexidas antes da escavação. Escavaram-se 32 sepulturas de inumação, construídas com lages, pedras e ladrilhos, cobertas por lages de pedra. As inscrições descobertas nesta necrópole datam do séc. VI d.C.. Entre as duas necrópoles e a pouca distância foram descobertas algumas estruturas habitacionais. As escavações duraram dois meses. As peças descobertas antes das escavações foram oferecidas ao Museu pelo proprietário do terreno, o Dr. Pereira Dias, as restantes, escavadas pela equipa dirigida por Manuel Heleno deram entrada no Museu logo após o fim dos trabalhos de campo.

Título

Local

Data Início

Encerramento

N.º Catálogo

SIT TIBI TERRA LEVIS: Rituais funerários romanos e paleocristãos em Portugal

Museu Nacional de Arqueologia

2008-04-22

2009-02-26

 
     
     
   
     
     
     
 
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