MatrizNet

 
Logo MatrizNet Contactos  separador  Ajuda  separador  Links  separador  Mapa do Site
 
terça-feira, 25 de janeiro de 2022    APRESENTAÇÃO    PESQUISA ORIENTADA    PESQUISA AVANÇADA    EXPOSIÇÕES ONLINE    NORMAS DE INVENTÁRIO 

Animação Imagens

Get Adobe Flash player

 


 
     
     
 
FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arqueologia
N.º de Inventário:
982.62.104
Supercategoria:
Arqueologia
Categoria:
Cerâmica
Denominação:
Kratêr-de-sino de estilo ático de figuras vermelhas
Autor:
Grupo de Viena 1025
Datação:
400 a.C. - 375 a.C. - 2ª Idade do Ferro
Matéria:
Cerâmica
Dimensões (cm):
altura: 35; diâmetro: 34 (bordo);
Descrição:
Kratêr-de-sino de cerâmica grega ática de figuras vermelhas pertencente ao grupo do Pintor de Viena 1025. Encontra-se fragmentado e reconstituído a partir de vários fragmentos, embora se encontre com algumas lacunas. Tem a forma de sino; o pé é decorado com uma banda negra larga; bordo extrovertido. É composto por duas asas, junto das quais, nos pontos de junção ao vaso, se desenvolvem dois círculos; debaixo destes surgem palmetas e linguetas. Esta peça é constituída por duas cenas principais que são rematadas por bandas prenchidas com linhas labirínticas. A cena "A" é composta por Artémis fazendo uma libação a Apolo. Esta superfície apresenta cinco figuras: uma feminina, duas figuras sentadas (Apolo ao centro e Artémis do lado direito) e nuas; uma outra personagem, que para Rouillard se trata de Hermes, encontra-se sobre uma rocha. Segundo o mesmo autor esta cena refere-se ao exterior de um santuário. A cena "B" é composta por uma dança de Sátiros e Ménade. Restam três figuras, sendo que uma delas apresenta, apenas, uma perna (sátiro); uma outra, feminina, um braço e o tronco (ménade); a terceira personagem tem cabelos negros, encaracolados e está nu (jovem sátiro). (Segundo ROUILLARD, 1988-1989).
Incorporação:
Achado - Campanha arqueológica
Proveniência:
Olival do Senhor dos Mártires, Alcácer do Sal
Origem / Historial:
O cemitério pré-romano do Senhor dos Mártires foi casualmente descoberto em 1874 e depois nos anos 20 do século XX escavado por Virgílio Correia. As formas de enterramento por ele observadas distingue quatro tipos diferentes: em urna cinerária de cerâmica coberta por uma espécie de prato em tronco de cone; em urna cinerária de gola curta e estreita coberta por uma laje de xisto ou por uma tampa de cerâmica de covo semiesférico e abas direitas, colocada sobre a rocha do fundo em cavidades ovais ou elípticas; constituído por uma aglomeraçáo de cinzas e ossos assentado directamente sobre a rocha do fundo ou na terra; constituído por uma escavação rectangular aberta na rocha do fundo no interior da qual se encontra recortada uma outra, mais pequena, do mesmo formato, contendo cinzas, fragmentos ósseos, armas, jóias e vasinhos rituais. Posteriores trabalhos de Cavaleiro Paixão nos anos 60 não permitiram referenciar um número e uma variedade de enterramentos intactos que permitisse confirmar integralmente a tipologia apresentada por Correia, tendo sido escavado um conjunto de vinte e sete sepulturas de incineração. (Ficha do Portal do Arqueólogo)
 
     
     
   
     
     
     
 
Secretário Geral da Cultura Direção-Geral do Património Cultural Termos e Condições  separador  Ficha Técnica