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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arqueologia
N.º de Inventário:
Au 999
Supercategoria:
Arqueologia
Categoria:
Ourivesaria
Denominação:
Vaso
Datação:
II a.C. - I a.C. - 2ª Idade do Ferro
Matéria:
Prata
Técnica:
Levantada por martelagem.
Dimensões (cm):
diâmetro: 4,0;
Descrição:
Vaso de corpo globular e colo alto, assente numa base em anel. O colo é liso e o corpo é decorado por uma composição incisa e repuxada de quatro bandas horizontais: a inferior, mais larga do que as outras, é formada por pétalas alongadas e ligeiramente relevadas, definidas por linhas duplas incisas; a segunda é constituída por dois alinhamentos de espinhado que correm em sentido inverso; a terceira forma um padrão de losangos e triângulos, estes contrapostos e delimitando a banda, preenchidos por ponteado; a superior é formada por duas faixas caneladas obliquamente.
Incorporação:
Doação - Colecção de Francisco Barros e Sá. Integrada no MNA em 1987
Proveniência:
Monsanto da Beira
Origem / Historial:
*Forma de Protecção: classificação; Nível de Classificação: interesse nacional; Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devam recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei nº 107/2001, de 8 de Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas; Legislação aplicável: Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro; Acto Legislativo: Decreto; nº 19/2006; 18/07/2006* Em ano desconhecido, tentou o Museu Nacional de Arqueologia por ordem do seu director Manuel Heleno e através do Dr. Farinha dos Santos adquirir um conjunto de recipientes em prata, à venda na Ourivesaria Santa Filomena, em Lisboa. Com um preço, também desconhecido, pretendido pelo ourives ligeiramente superior à verba que o MNA dispunha, as peças acabaram por ser adquiridas por Francisco Barros e Sá. Este conjunto manteve-se inédito até Maio de 1984, altura em que integrou uma mostra do acervo do coleccionador no Museu Nacional de Arte Antiga. Em 1987, este conjunto assim como outras colecções de Francisco Barros e Sá foram doadas ao Museu Nacional de Arqueologia.
 
     
     
   
     
     
     
 
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