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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arqueologia
N.º de Inventário:
51233
Supercategoria:
Arqueologia
Categoria:
Cerâmica
Denominação:
Taça tipo Cástulo de estilo ático de verniz negro
Datação:
450 a.C. - 425 a.C. - Idade do Ferro
Matéria:
Cerâmica
Técnica:
Torno rápido
Dimensões (cm):
altura: 4,9 cm; diâmetro: 15,5;
Descrição:
Taça de tipo Cástulo, de cerâmica grega ática de verniz negro. Apresenta lábio côncavo na superfície externa. Ressalto na parede interna, marcando a ligação do lábio à parede. Fundo externo em reserva com um ponto central limitado por um pequeno círculo pintado. Face externa do pé em reserva. Duas asas horizontais. A área inferior das asas em reserva (AMA).
Incorporação:
Achado - Intervenção Arqueológica sob direcção do Museu
Proveniência:
Azougada
Origem / Historial:
O Castro da Azougada foi descoberto em finais do século XIX, mas foi apenas por volta de 1943 que se iniciaram as intervenções arqueológicas: "Em meu favor digo que a descoberta do Castro não foi para mim ocasional: pela conjugação de vários factores (...) O onomástico despertou o meu interesse (...) Bastava só a toponímia da Azougada para supor o povoamento pré-histórico daquelas herdades. Observei, também, que a topografia daquelas margens do Ardila concorda em absoluto com a toponímia: distribuição ao longo do citado rio mostrava-me a esplêndida posição estratégica destes velhos lugares fortificados (...) Foram importantes as informações transmitidas por antiquários e camponeses que dizem que se extraía da Mina da Azougada o cinábrio, razão pela qual o sítio tomou o nome de Azougada. Em terras da Azougada apareceram sepulturas com espadas e facas largas de ferro, e vasos de barro" (Fragoso de Lima). O espólio encontrado foi recolhido no Museu Municipal de Moura, posteriormente parte dele foi depositado no actual MNA, sob a orientação do Dr. Manuel Heleno, director do Museu. Para além das sepulturas encontraram-se vestígios de fortificações e casas. Este sítio foi tradicionalmente denominado de Castro da Azougada e assim foi referido na bibliografia mais antiga. Contudo investigações mais recentes levaram alguns autores (Mário Varela Gomes e Ana Sofia Antunes) a rever aquela caracterização, atribuindo-lhe uma nova funcionalidade - a de um santuário. O espólio deste sítio depositado no MNA passará deste modo a ser referido unicamente por Azougada.
 
     
     
   
     
     
     
 
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