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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arqueologia
N.º de Inventário:
11214
Supercategoria:
Arqueologia
Categoria:
Cerâmica
Denominação:
Pelike ática de figuras vermelhas
Autor:
Círculo do Pintor dos Tirsos Negros
Grupo Cultural:
Gregos - Período helenístico
Datação:
375 a.C. - 350 a.C. - 2ª Idade do Ferro
Matéria:
Cerâmica
Dimensões (cm):
altura: 23,1; diâmetro: 17;
Descrição:
Pelike de cerâmica grega ática de figuras vermelhas atribuída ao Círculo do Pintor dos Tirsos Negros. Face A: Cena dionisíaca. À esquerda um jovem sentado em cima de um objecto não identificável (pilastra?) vestido com "himation", de perfil olhando para a direita; assenta os pés num pequeno banco cúbico e dirige-se à mulher situada no centro da cena; cotovelo direito em cima dos joelhos e a mão estendida para a direita. No centro, uma mulher vestida com um "peplos" (Ménade), sentada numa almofada de onde pende o seu vestido; corpo de perfil para a direita e cabeça virada para a esquerda; ela toca "tympanon". À direita, um jovem de pé, de perfil para a direita usando um vestido que lhe cai dos ombros; segura na sua mão direita um tirso (em reserva com pontos pretos). Face B: Dois jovens em "himation" frente a frente. (ROUILLARD, 1988-1989)
Incorporação:
Achado - Colecção de António Faria Gentil
Proveniência:
Olival do Senhor dos Mártires, Alcácer do Sal
Origem / Historial:
*Forma de Protecção: classificação; Nível de Classificação: interesse nacional; Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devam recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei nº 107/2001, de 8 de Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas; Legislação aplicável: Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro; Acto Legislativo: Decreto; nº 19/2006; 18/07/2006* O cemitério pré-romano do Senhor dos Mártires foi casualmente descoberto em 1874 e depois nos anos 20 do século XX escavado por Virgílio Correia. As formas de enterramento por ele observadas distingue quatro tipos diferentes: em urna cinerária de cerâmica coberta por uma espécie de prato em tronco de cone; em urna cinerária de gola curta e estreita coberta por uma laje de xisto ou por uma tampa de cerâmica de covo semiesférico e abas direitas, colocada sobre a rocha do fundo em cavidades ovais ou elípticas; constituído por uma aglomeraçáo de cinzas e ossos assentado directamente sobre a rocha do fundo ou na terra; constituído por uma escavação rectangular aberta na rocha do fundo no interior da qual se encontra recortada uma outra, mais pequena, do mesmo formato, contendo cinzas, fragmentos ósseos, armas, jóias e vasinhos rituais. Posteriores trabalhos de Cavaleiro Paixão nos anos 60 não permitiram referenciar um número e uma variedade de enterramentos intactos que permitisse confirmar integralmente a tipologia apresentada por Correia, tendo sido escavado um conjunto de vinte e sete sepulturas de incineração. (Ficha do Portal do Arqueólogo)
 
     
     
   
     
     
     
 
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