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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Palácio Nacional da Ajuda
N.º de Inventário:
42085
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Fotografia
Denominação:
D. Fernando II, rei-consorte de Portugal (1816-1885)
Centro de Fabrico:
Lisboa
Matéria:
Papel fotográfico. (Moldura original em veludo azul, vidro e filetes de bronze dourado trabalhado).
Técnica:
Espécie fotográfica positiva, ampliada e retocada.
Dimensões (cm):
altura: 26; largura: 20,1;
Descrição:
D.Fernando II, Ferdinand August Franz Anton von Sachsen-Coburg und Gotha, segundo marido de D. Maria II e rei consorte de Portugal, nasceu em Viena de Áustria a 29 de outubro de 1816 no seio de uma família saxo-austro-húngara; era o mais velho dos quatro filhos do príncipe Fernando de Saxe-Coburgo-Gota e de sua mulher a princesa Maria Antónia de Koháry. Era sobrinho do rei Leopoldo I da Bélgica e primo direito da Rainha Victória de Inglaterra e do marido, Príncipe Alberto. Passou a sua infância em vários palácios e propriedades pertencentes à sua família, na actual Eslováquia, e nas cortes austríaca e germânica. Em 1836 casou-se com a Rainha de Portugal, D. Maria II, sendo nomeado Comandante Supremo do Exército; é rei-consorte em 1837 com o nascimento do primeiro filho do casal, futuro D. Pedro V. Após a morte prematura da Rainha durante o parto do 11º filho de ambos, em 1853, torna-se Regente do Reino, cargo que assume durante dois anos, até à maioridade de D. Pedro V. Amante e patrono das artes e da música, - sendo ele próprio pintor e desenhador - evitou envolver-se na política, tendo recusado os convites para os tronos da Grécia (1862) e de Espanha (1868); recebeu o cognome de Rei-artista; teve uma acção importante na protecção do património nacional edificado, designadamente no restauro de monumentos emblemáticos como o Mosteiro da Batalha, o Convento de Cristo em Tomar, o Mosteiro dos jerónimos ou a Torre de Belém, tendo ele próprio construído o Palácio da Pena, com projecto do Barão de Eschwege. Em 1869 D. Fernando casa segunda vez , morganaticamente, com Elise Hensler, depois condessa de Edla, uma antiga cantora de ópera, com quem partilharia o resto da sua vida. D.Fernando morreu em Lisboa a 15 de dezembro de 1885, estando enterrado ao lado da Rainha D. Maria II, no Panteão Real na Igreja de S. Vicente de Fora.
Incorporação:
Transferência - Casa Real
Origem / Historial:
Registo deste conjunto de retratos do “Arrolamento Judicial dos Bens Existentes no Palácio Nacional da Ajuda” (1910-1913): P”118 (2116v e 2117) “Quinze molduras ovaes, de veludo azul, armando em cavallete. Guarnições de metal cinzelado, dourado, e uma argola em cima. Guarnecidas de couro verde por traz, com o,38 de A. E =,31 de L., contendo , uma, o retrato de D. Marianna com um filho ao collo, outra, D. Antonia, outra D. Augusto, outra, D. Pedro V, e outra D. João, da Casa de Bragança, outra o principe Napoleão, outra a princesa Clotilde, sua mulher, outra, D. Maria Pia, outra o rei Humberto, e outra, talvez, da mesma senhora, mais nova, outra d’uma senhora de idade, vendo um álbum, e outra um rapaz novo, ao que parece da mesma família.”
 
     
     
   
     
     
     
 
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