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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Palácio Nacional da Ajuda
N.º de Inventário:
42084
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Fotografia
Denominação:
Infante D. Augusto de Bragança (1847-1889)
Centro de Fabrico:
Lisboa
Matéria:
Papel fotográfico. (Moldura original em veludo azul, vidro e filetes de bronze dourado trabalhado).
Técnica:
Espécie fotográfica positiva, ampliada e retocada.
Dimensões (cm):
altura: 26 cm; largura: 20,2 cm;
Descrição:
Augusto de Bragança, Augusto Maria Miguel Gabriel Rafael Agrícola Francisco de Assis Gonzaga Pedro de Alcântara de Loiola de Saxe-Coburgo-Gotha e Bragança, nasceu em Lisboa, no Palácio das Necessidades, a 4 de novembro de 1847. Foi o oitavo filho da rainha D.Maria II de Portugal e do rei consorte Fernando II. Aquando do surto de febre tifóide que em dois meses vitimou três dos seus irmãos – o rei D. Pedro V e os Infantes D. João e D. Fernando – D. Augusto, então com catorze anos, foi também contagiado e apesar de ter estado entre a vida e a morte, sobreviveu à doença, tendo ficado no entanto com sequelas para toda a vida. Seguiu a carreira militar, chegando a General do Exército. Foi o 3º Duque de Coimbra. Foi o herdeiro presuntivo de Portugal, até que o rei Luís I, seu irmão, tivesse o seu primeiro filho, Carlos. Tendo aceite o casamento morganático de seu pai com Elise Hensler, - depois condessa de Edla – realizado em 1869, o Infante Augusto viveu sempre muito próximo do casal, construindo para si o chamado Chalet do Mouco, na Serra de Sintra (hoje em ruínas) perto do Chalet da Condessa de Edla. Morreu solteiro a 26 de setembro de 1889. Está sepultado no Panteão dos Braganças, na Igreja de São Vicente de Fora.
Origem / Historial:
Registo deste conjunto de retratos do “Arrolamento Judicial dos Bens Existentes no Palácio Nacional da Ajuda” (1910-1913): P”118 (2116v e 2117) “Quinze molduras ovaes, de veludo azul, armando em cavallete. Guarnições de metal cinzelado, dourado, e uma argola em cima. Guarnecidas de couro verde por traz, com o,38 de A. E =,31 de L., contendo , uma, o retrato de D. Marianna com um filho ao collo, outra, D. Antonia, outra D. Augusto, outra, D. Pedro V, e outra D. João, da Casa de Bragança, outra o principe Napoleão, outra a princesa Clotilde, sua mulher, outra, D. Maria Pia, outra o rei Humberto, e outra, talvez, da mesma senhora, mais nova, outra d’uma senhora de idade, vendo um álbum, e outra um rapaz novo, ao que parece da mesma família.”
 
     
     
   
     
     
     
 
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