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OBJECT DETAILS
Museum:
Museu Nacional de Arqueologia
Inventory number:
2018.16.21
Supercategory:
Arqueologia
Category:
Cerâmica
Name:
Prato
Date / Period:
I BC - I A.D - Época Romana
Material:
Cerâmica
Technique:
Torno, com cozedura redutora
Measurments (cm):
height: 4,2; diameter: do bordo: 18,9;
Description:
Prato em cerâmica cinzenta que serviu de tampa a urna cinerária. Imitação da forma 1 ou 18 de Conspectus de "terra sigillata" itálica, devido à curvatura da parede.
Incorporation:
Recolha - Espólio proveniente de trabalhos arqueológicos, ao abrigo do respetivo Regulamento. Incorporado no MNA por despacho do Ministro da Cultura n.º 15506/2016, de 14 de dezembro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 246, de 26 de dezembro de 2016.
Provenance:
Rua dos Correeiros, nºs 9 a 29, e Rua Augusta 76 a 96. Lisboa
Origin / History:
O Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros (NARC) (Código Nacional de Sítio 1950) localiza se na "Baixa Pombalina" de Lisboa, no antigo vale ocidental da colina de São Jorge, onde se implanta o núcleo original da cidade. A sua ocupação remonta aos séculos V-IV a.C., evidenciada por compartimentos retangulares e um forno cerâmico. Em torno do ano 0, a área foi utilizada como cemitério (de inumação e cremação). Entre meados do século I a.C. e o século V d.C., funcionou no local um complexo industrial de preparados piscícolas, com 31 tanques (cetárias) e algumas construções de apoio. Registou-se também uma habitação com termas e um troço de via. Conservaram-se alguns contextos tardo-antigos, incluindo uma sepultura. Do domínio islâmico exumaram-se estruturas habitacionais e oleiras; do período medieval cristão, contextos habitacionais e, eventualmente, uma olaria; e do período “pré-pombalino” (séculos XV-XVIII) arruamentos calcetados, habitações, estruturas artesanais e poços. O Terramoto de 1755 produziu níveis de ruína e vestígios de incêndio; a reconstrução pombalina está representada por pavimentos lajeados, calçadas, poços, esgotos e estacaria em pinho verde. Neste espaço, na fase pós-pombalina, funcionaram uma forja e, eventualmente, uma padaria. Classificado como Monumento Nacional pelo Decreto n.º 7/2015 de 17 de abril. Trabalhos arqueológicos entre junho e outubro de 1991; outubro de 1993 e junho de 1995; outubro de 2017.
 
     
     
   
     
     
     
 
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