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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arqueologia
N.º de Inventário:
Au 503
Supercategoria:
Arqueologia
Categoria:
Ourivesaria
Denominação:
Lúnula
Datação:
Idade do Bronze Médio
Matéria:
Ouro
Técnica:
Laminado por martelagem, repuxudo e perfurado
Dimensões (cm):
diâmetro: 16,2;
Descrição:
Lúnula laminar com decoração geométrica repuxada e um orifício em cada extremidade. Na parte frontal, ao centro, apresenta três nervuras longitudinais. Estas são ladeadas por igual número de linhas transversais, sendo a central pontilhada. Os bordos são contornados por uma linha de pontilhado, que se fecha junto às extremidades. (Segundo ficha de Catálogo de Ourivesaria do MNA).
Incorporação:
Compra - Manuel Heleno a Arnaldina Neves, de Rio Tinto.
Proveniência:
Cabeceiras de Basto
Origem / Historial:
*Forma de Protecção: classificação; Nível de Classificação: interesse nacional; Motivo: Necessidade de acautelamento de especiais medidas sobre o património cultural móvel de particular relevância para a Nação, designadamente os bens ou conjuntos de bens sobre os quais devam recair severas restrições de circulação no território nacional e internacional, nos termos da lei nº 107/2001, de 8 de Setembro e da respectiva legislação de desenvolvimento, devido ao facto da sua exemplaridade única, raridade, valor testemunhal de cultura ou civilização, relevância patrimonial e qualidade artística no contexto de uma época e estado de conservação que torne imprescindível a sua permanência em condições ambientais e de segurança específicas e adequadas; Legislação aplicável: Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro; Acto Legislativo: Decreto; nº 19/2006; 18/07/2006* Desconhecendo-se a história do achado, mas sendo evidente as semelhanças, quer técnicas quer decorativas, entre a lúnula e as aplicações discóidais de Cabeceiras de Basto, admite-se por tradição que fazem parte de um mesmo conjunto. Em 1930 as peças encontravam-se na posse de Serafim de Sousa Neves, de Viana.
 
     
     
   
     
     
     
 
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