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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Etnologia
N.º de Inventário:
AD.500
Supercategoria:
Etnologia
Categoria:
Ritual
Denominação:
Escultura
Autor:
Desconhecido
Local de Execução:
Guiné-Bissau
Grupo Cultural:
Nalu
Datação:
XX d.C. - XXI d.C.
Matéria:
Madeira e metal.
Dimensões (cm):
altura: 65,5; comprimento: 89;
Descrição:
Escultura em madeira, formada por duas secções: uma figurando uma cabeça de ave estilizada, de bico alongado e pontiagudo, oca e com duas séries de 3 losangos vazados em cada face. O topo apresenta em todo o comprimento um contorno tipo crista. De ambas as faces, além de pequenas orelhas, tem duas pequenas pálas facetadas e alongadas. A extremidade superior é rematada por uma secção bicónica, de colo facetado. Os olhos são figurados por dois pregos metálicos. O pescoço insere-se numa base cilíndrica. Este é um tronco de cilindro de paredes cortadas por um duplo chanfro. Na cabeça e bico vê-se uma decoração de linhas cruzadas. O topo inferior da base tem uma cavidade de 6cm de profundidade.
Incorporação:
Compra
Proveniência:
Cacine, Guiné-Bissau
Origem / Historial:
«Usado nos ritos de iniciação. Perante e através dele ensinam aos iniciandos a linguagem a usar durante o período da reclusão no mato, e práticas da vida de adultos e outras. É guardado nas casas dos representantes de certas linhagens, como protetor dos seus parentes contra malefícios mágicos. Desempenha também um papel importante nos ritos agrários e nas cerimónias funerárias de pessoas importantes; neste último caso, dança sobre a cabeça de um homem, e pode ser visto por mulheres. Nos orifícios, quando das cerimónias de iniciação, metem chifres de gazela, que, ao final, são distribuídos pelos iniciados que os levam consigo e os guardam.» (Museu de Etnologia do Ultramar - Povos e Culturas. Lisboa: JIU/MEU, 1972) «Usado nas cerimónias iniciáticas, figura nos altares domésticos dos representantes de certas linhagens, como protector destas contra malefícios mágicos. Intervêm ainda em ritos agrários e funerários e manifesta a palavra divina nos julgamentos.» (Oliveira, EV e Pereira, B. - Cultura e tradição. Porto: Cooperativa Árvore, 1984) Conhecido na Guiné-Bissau pelo nome de "alma beafada" (ficha de inventário de MNE: AF.046)
 
     
     
   
     
     
     
 
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