MatrizNet

 
Logo MatrizNet Contactos  separador  Ajuda  separador  Links  separador  Mapa do Site
 
terça-feira, 25 de janeiro de 2022    APRESENTAÇÃO    PESQUISA ORIENTADA    PESQUISA AVANÇADA    EXPOSIÇÕES ONLINE    NORMAS DE INVENTÁRIO 

Animação Imagens

Get Adobe Flash player

 


 
     
     
 
FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arqueologia
N.º de Inventário:
17031
Supercategoria:
Arqueologia
Categoria:
Instrumentos e utensílios
Denominação:
Dedal
Datação:
XII d.C. - XIII d.C. - Idade Média - Contexto Islâmico
Matéria:
Bronze
Técnica:
Fundição e gravação
Dimensões (cm):
altura: 4,3; diâmetro: do orifício: 2;
Descrição:
Dedal de bronze, de forma troncocónica ponteaguda. Ostenta decoração gravada na superfície exterior. A faixa circundante da base apresenta-se decorada com duas caneluras paralelas e uma faixa com motivos geométricos em ziguezague que termina com duas caneluras, sendo a restante superfície decorada com ponteado delimitado novamente com duas caneluras paralelas. Dedal executado por vazamento em molde em liga de metal onde o elemento principal é o cobre. As suas dimensões e a robustez indicam que se trata de dedal de talabarteiro utilizado para exexutar objectos em couro tais como correias, selas, etc. As dimensões deste exemplar assim como o tipo de decoração encontram paralelos noutros exemplares conhecidos, sendo isso um indício claro de padronização de productos industriais. A indústria dos curtumes e o fabrico de objectos em couro comnstituíam um sector importante das actividades económicas. Posteriormente, na época medieval os trabalhos em couro eram executados por artífices mudéjares que continuavam as técnicas tradicionais, existindo na língua portuguesa vários empréstimos lexicais de origem árabe relativos a esta área.
Incorporação:
Outro - Desconhecido
Proveniência:
Silves
Origem / Historial:
Dedal proveniente de Silves, sendo desconhecidas a data e as circunstâncias do achado. No acervo do MNA existem outros exemplares de dedais semelhantes, nomeadamente os nºs Inv. 15442 e 15443 provenientes de Silves (ambos da antiga colecção de Teixeira de Aragão) e ainda os nºs Inv. 17098 e 17099, estes de proveniência desconhecida. Além desses, são conhecidos noutras colecções exemplares semelhantes provenientes do território português, recolhidos no Alentejo e no Algarve.
 
     
     
   
     
     
     
 
Secretário Geral da Cultura Direção-Geral do Património Cultural Termos e Condições  separador  Ficha Técnica