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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Nacional de Arqueologia
N.º de Inventário:
2002.2.16
Supercategoria:
Arqueologia
Categoria:
Cerâmica
Denominação:
Urna com tampa
Grupo Cultural:
A 1ª Idade do Ferro - As Necrópoles
Datação:
1ª Idade do Ferro
Matéria:
Cerâmica
Dimensões (cm):
altura: 30,8; diâmetro: 27;
Descrição:
Urna de cerâmica de forma ovóide, com bojo globular com estrangulamento no colo e bordo extrovertido. O fundo é em ônfalo. A pasta é fina de cor alaranjada, com alguns elementos não plásticos de grão fino. Vestígios de aguada ou engobe de cor laranja mais escura que a pasta. A tampa tem a forma de uma tigela de corpo semiesférico, pé destacado e bordo direito e lábio arredondado.
Incorporação:
Outro - Mandato legal. Escavações arqueológicas de Caetano Mello Beirão
Proveniência:
Fonte Santa. Situa-se num terreno rochoso, à cota de 130, 7 metros.
Origem / Historial:
Em 1972, informações de trabalhadores rurais e intensos trabalhos de prospecção, conduziram o Dr.º Caetano de Mello Beirão à descoberta de várias estações arqueológicas na zona de Ourique, de onde se destaca a Necrópole da Fonte Santa. Esta era uma estação condenada a desaparecer debaixo da albufeira da barragem do Monte da Rocha, sob cujas águas se encontra hoje. Conduzido pelo Sr. M. Joaquim Tomé, antigo proprietário destes terrenos e que durante muito tempo os cultivou, identificou-se uma Necrópole da 1ª Idade do Ferro. A Fonte Santa localiza-se entre o Monte Ruivo e o Monte dos Espinhos e deve o seu nome a uma antiga fonte aí existente. O espólio funerário da necrópole, em parte violado por caçadores de tesouros, é caracteristica da 1ª Idade do Ferro, sobretudo as contas, urnas e peças zoomórficas, que resultaram de estímulos externos. Encontraram-se ao todo 17 sepulturas, de planta rectangular formadas por uma parede exterior feita por várias filas de pedras alinhadas e sobrepostas, sendo o seu espaço interior preenchido por um amontoado de pedras. Praticou-se plenamente um ritual de incineração, recolhendo-se os fragmentos ósseos em urnas. Em 3 de Abril de 1973, por despacho do Director Geral dos Assuntos Culturais deram entrada no Museu, a título de depósito, as peças desta escavação, e em 2002 foram integradas no acervo do Museu.
 
     
     
   
     
     
     
 
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