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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Palácio Nacional da Ajuda
N.º de Inventário:
62537
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Fotografia
Denominação:
D. Amélia, Imperatriz do Brasil (1812-1873)
Centro de Fabrico:
Lisboa
Matéria:
Espécie fotográfica positiva sobre cartão.
Dimensões (cm):
altura: 25,8; largura: 20,1;
Descrição:
Retrato / retocado / estúdio / meio corpo / três quartos: D. Amélia de Beauharnais / Duquesa de Bragança / sentada, com mão no queixo / lendo livro / touca e punhos de renda. A presente fotografia é adapata da imagem do mesmo fotógrafo, Francisco Augusto Gomes, com nº de Inv. 60040, das colecções do PNA. Ver "Documentação Associada". Nesta imagem D. Amélia folheia um álbum de fotografias onde é visível o retrato da princesa Maria Amélia, sua filha, precocemente falecida. O seu retrato encontra-se também sobre a mesa lateral. Amélia Augusta Eugénia Napoleona de Beauharnais e Wittelsbach nasceu em Munique a 31 de julho de 1812. Princesa da Baviera e duquesa de Leuchtenberg, foi a segunda imperatriz consorte do Brasil. Filha do duque Eugénio de Beauharnais(1781-1824), filho adotivo de Napoleão Bonaparte (1769-1821), e da princesa Augusta Amélia, filha de Maximiliano I, Rei da Baviera. Era neta da imperatriz Josefina de França. Com 17 anos, a 17 de outubro de 1829, casa no Rio de Janeiro com o Imperador D. Pedro I do Brasil, que desde 1826 se encontrava viúvo de D. Maria Leopoldina de Habsburgo. Por ocasião do casamento, D. Pedro cria a “Ordem Imperial da Rosa” com a legenda “Amor e Fidelidade” e afasta definitivamente da corte Domitila de Castro Canto e Mello, Marquesa de Santos, com quem teve uma ligação de vários anos com filhos nascidos. Na sequência da abdicação de D. Pedro do trono brasileiro em nome de seu filho, futuro D. Pedro II, em Setembro de 1831, D. Amélia acompanha o marido e a enteada, D. Maria da Glória (futura D. Maria II), para a Europa. A 1 de Dezembro de 1931 nasce em Paris a única filha do casal, princesa Maria Amélia. Após a vitória liberal de D. Pedro sobre o irmão D. Miguel , D. Amélia junta-se ao marido em Lisboa, em Setembro de 1833, com a filha de ambos e a enteada, D. Maria II. D. Pedro morreria um ano depois no Palácio de Queluz, deixando D. Amélia viúva aos vinte e dois anos. Em 1838 a imperatriz deixa Portugal, morando em vários países europeus. Em 1850, Com a morte da única filha no Funchal, vítima de tuberculose, aos vinte e dois anos de idade, D. Amélia estabelece-se definitivamente em Portugal onde viverá até até à sua morte, em 1873, no Palácio das Janelas Verdes. Em 1984 o seu corpo foi trasladado do Panteão de S. Vicente de Fora em Lisboa para o Monumento à Independência do Brasil, em São Paulo, onde se encontra, ao lado de D. Pedro I e de D. Leopoldina.
Incorporação:
Transferência - Casa Real.
Origem / Historial:
Registo deste conjunto de retratos do “Arrolamento Judicial dos Bens Existentes no Palácio Nacional da Ajuda” (1910-1913): P”118 (2116v e 2117) “Quinze molduras ovaes, de veludo azul, armando em cavallete. Guarnições de metal cinzelado, dourado, e uma argola em cima. Guarnecidas de couro verde por traz, com o,38 de A. E =,31 de L., contendo , uma, o retrato de D. Marianna com um filho ao collo, outra, D. Antonia, outra D. Augusto, outra, D. Pedro V, e outra D. João, da Casa de Bragança, outra o principe Napoleão, outra a princesa Clotilde, sua mulher, outra, D. Maria Pia, outra o rei Humberto, e outra, talvez, da mesma senhora, mais nova, outra d’uma senhora de idade, vendo um álbum, e outra um rapaz novo, ao que parece da mesma família.”
 
     
     
   
     
     
     
 
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