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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Palácio Nacional da Pena
N.º de Inventário:
PNP2762
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Vidros
Denominação:
Painel de vitral
Título:
Os Mártires de Marrocos
Centro de Fabrico:
Países Baixos
Datação:
1644 d.C.
Matéria:
Vidro
Técnica:
Vidro incolor. Pintura a grisalha, amarelo de prata e esmalte.
Dimensões (cm):
altura: 49; largura: 44;
Descrição:
Painel de vitral composto por vidro incolor com pintura a grisalha ou esmalte negro, amarelo de prata e esmalte onde figura a representação dos Mártires de Marrocos. * * * Em primeiro plano, ao centro, figura o mártir franciscano Otto, trajando o hábito da irmandade, segura na mão direita a palma do martírio enquanto empunha na mão esquerda uma espada. Nimbado, Otto, tem sob os seus pés, calçados com sandálias, o sultão de Marrocos – Miramdim Aboil, mandatário da tortura e morte dos monjes. À sua esquerda jazem os seus pertences, espada e cetro. * * * Em segundo plano, como que envolvendo Otto, dispõem-se simetricamente os restantes quatro mártires franciscanos, todos envergando os seus hábitos religiosos de tom castanho apanhados à cintura com uma corda de nós, segurando individualmente as respetivas palmas do martírio. Sobre as suas cabeças nimbadas, na parte superior da composição, dois anjos seguram coroas de louros, como forma de recompensa pela valentia e devoção dos mártires. * * * As laterais da figuração são ornamentadas por dois vasos de flores, um de cada lado, as quais se elevam como trepadeiras até ao topo do vitral, abrindo num lírio branco final, símbolo de virgindade e pureza. * * * As flores, à direita da composição de tom esbranquiçado, cor idêntica ao traje do anjo de asas rubras que lhes fica mais próximo, reforçam a ideia latente de pureza e genuinidade santificante, em oposição às flores rubras, símbolo de sangue e martírio, do lado esquerdo que têm cor idêntica ao traje do sultão e às vestes do anjo de asas azuis, cor análoga às calças de Miramdim Aboil. Entre os vasos ornamentais na base da composição, acompanhando a posição horizontal do sultão, pode ler-se inscrito numa reserva o nome dos cinco mártires, a ordem religiosa a que pertencem, bem como 1.6.44.
Incorporação:
Transferência - Transferido após 1910 do Palácio da Necessidas para o Palácio Nacional da Ajuda, onde permaneceu até 1949, quando foi transferido para o Palácio Nacional da Pena.

Tipo

Descrição

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Autoria: Luís Pavão Data: 09/2011

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