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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Palácio Nacional da Pena
N.º de Inventário:
PNP263
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Vidros
Denominação:
Vidrecome
Autor:
Autor não identificado
Local de Execução:
Alemanha
Centro de Fabrico:
Alemanha (atr.)
Datação:
XIX d.C.
Matéria:
Vidro
Técnica:
Vidro soprado, pintura a esmalte.
Dimensões (cm):
altura: 32,3; largura: 15,5; profundidade: 15,4;
Descrição:
Vidrecome de formato cilíndrico decorada a esmaltes. O vidro apresenta forte tonalidade esverdeada e múltiplas bolhas de ar. A decoração representa o tema do Imperador do Sacro Império Romano-Germânico (aqui substituído pela águia bicéfala) acompanhado dos sete Eleitores montados. As figuras organizam-se em dois registos horizontais, estando inscrita sobre cada uma a sua identificação, à exceção da águia bicéfala que apresenta uma data: “I. Collen / 2. Maintz / 3. Konnigt im Köhmer / 4. Trier / 5. Sachßen / 6. Brandenburgt / 7. 1620 / 8. Pfaltz”. A decoração é rematada na base por um friso pontilhado a branco e, junto ao bordo, por uma faixa dourada com pontos brancos, vermelhos e azuis.
Incorporação:
Transferência - Palácio das Necessidades, 1956. Cf. "Relação de peças existentes na Casa-Forte do Palácio das Necessidades, destinadas ao Palácio Nacional da Pena" datada de novembro de 1956, com o n.º 837: "Winder-Kounn, decorado com figuras de cavaleiros, data 1620." [Arquivo PNP - Movimentação de Objetos]
Origem / Historial:
Pertenceu a D. Fernando II. Figurou na sala F da Exposição de Arte Ornamental de 1882 com o n.º 50: "Bocal de vidro allemão com pinturas e esmaltes e com a data de 1620. Sua Magestade El-Rei o Senhor D. Fernando" (Catalogo da exposição retrospectiva de arte ornamental portugueza e hespanhola, 1882, p. 245). Corresponde provavelmente ao n.º 261 do inventário orfanológico realizado após a morte do monarca (1885), localizando-se na "Sala dos Vidros" dos seus aposentos no Palácio das Necessidades: "Um jarro em forma de canudo de vidro allemão, epocha duvidosa com differentes cavalleiros em esmalte de côres, marcado com o numero settecentos e noventa e seis. Avaliado na quantia de 54$000 réis". Na sequência da implantação da república (1910), foi inventariado numa segunda "Sala dos Vidros" organizada por D. Carlos com o espólio reunido pelo avô, com o n.º 837: "Um Wider-Kounn decorado com figuras de cavaleiros e a data 1620". Classificado pela comissão de arrolamento como "de valor artístico" (APNA, Arrolamento do Palácio das Necessidades, vol. I). Deu então entrada na casa-forte desse palácio e, em 1956, seria transferido para o da Pena.
 
     
     
   
     
     
     
 
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