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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Palácio Nacional da Pena
N.º de Inventário:
PNP598
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Pintura
Título:
D. Quixote e Sancho Pança depois de jantar em casa do fidalgo
Centro de Fabrico:
Portugal
Grupo Cultural:
Grupo do Leão/Naturalismo
Datação:
1878 d.C.
Suporte:
Tela
Técnica:
Óleo
Dimensões (cm):
altura: 133,1; largura: 87,4;
Descrição:
Pintura com uma cena de interior onde se distingue D. Quixote, representado no grupo central junto de três figuras femininas e de Sancho Pança, localizado à esquerda do observador. A cena decorre numa sala decorada ao gosto seiscentista, destacando-se à direita uma mesa de jantar. Duas personagens estão sentadas à mesa e as demais estão de pé em redor de D. Quixote. Toda a envolvência revela uma paleta de tons escuros e térreos, o que contrasta com as tonalidades vivas e claras dos vestidos das figuras femininas: vermelhos, azuis e beje.
Incorporação:
Transferência - Palácio Nacional de Queluz, 1939. Cf. "Lista de peças de mobiliário que têm de ser transferidas para o Palácio Nacional da Pena, vindas de outros palácios por proposta da Superintendência Artística dos Palácios Nacionais e autorizada por despacho ministerial de 18/01/1939. Quadro de Columbano, D. Quixote n.º 281 (...) Repartição do Património da Direcção Geral da Fazenda Pública, em 14 de março de 1939" (Arquivo do PNP, Movimentação de Objetos).
Origem / Historial:
Obra pintada pelo artista para o concurso dos trabalhos a enviar pelo Governo Português à Exposição Universal de Paris de 1878. De acordo com Margarida Elias, "Columbano pretendeu enviar D. Quixote e Sancho Pança depois do jantar em casa do fidalgo. Este quadro foi recusado pelo júri de admissão, mas apreciado pelo rei D. Fernando, que decidiu adquiri-lo. [...] O rei teria dito que «gostava muito do quadro», «que tinha coisas muito bem feitas e mostrava progresso e grande talento no autor». Deu-lhe também uma pequena indemnização, pela «injustiça que lhe tinham feito»" (Elias, Margarida - Columbano no seu tempo (1857-1929): tese de doutroamento em História da Arte, 2011). Após a morte de D. Fernando II, integrou o leilão da sua coleção de pintura promovido no Palácio das Necessidades, figurando no respectivo catálogo com o n.º 327 (Leilão dos quadros [...] de Sua Magestade El-Rei o Senhor D. Fernando, Lisboa, 1892). Não terá então encontrado comprador ou, quando muito, foi adquirido por D. Carlos ou outro membro da família real, tendo transitado em data por apurar para o Palácio de Queluz de onde foi transferido em 1939 para o Palácio da Pena.
 
     
     
   
     
     
     
 
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