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FICHA DE EVENTO
Museu:
Museu Dr. Joaquim Manso
Tipo:
Exposição
Denominação:
Revisitar a Nazaré de Álvaro Laborinho
Datação:
2018 - 2018
Local:
Galeria Municipal Paul Girol, Nazaré
Descrição:
Exposição de fotografia de Álvaro Laborinho, produzida pelo Museu Dr. Joaquim Manso com curadoria do seu bisneto Bernardo Lúcio e apoio de Célia Quico / Casas do Quico e Câmara Municipal da Nazaré. Apresentou um conjunto de reproduções fotográficas ampliadas, complementadas por postais, documentação e objetos pessoais, pertencentes ao Museu e à família do fotógrafo; incluiu ainda imagens e equipamentos estereoscópicos. TEXTO DA FOLHA DE SALA (Dóris Santos, 2018): "Revisitar a Nazaré de Álvaro Laborinho. Nascido na Nazaré, em 1879, Álvaro Laborinho produziu uma vasta obra fotográfica sobre a sua terra natal. Já o seu bisneto, Bernardo Lúcio (n. Coimbra, 1977), fixou-se no Algarve e tem vindo também a dedicar-se à fotografia. Esta exposição é um convite para “revisitar a Nazaré de Álvaro Laborinho” através da curadoria de Bernardo Lúcio, que efetuou uma criteriosa seleção a partir do espólio constituído por milhares de negativos e oferecido ao Museu Dr. Joaquim Manso por Dr. Álvaro Brilhante Laborinho, em 1980, do qual foi editado o catálogo “Álvaro Laborinho. O Mar da Nazaré” (2001). Álvaro Laborinho (1879-1970), filho de pescadores, nasceu e viveu na Nazaré. Estabeleceu-se por conta própria com uma loja de fazendas e atoalhados na Praça Sousa Oliveira; mas, entre uma participação ativa na vida política e associativa local e os seus múltiplos interesses culturais, foi na fotografia que encontrou o meio privilegiado para “olhar” e divulgar a sua Nazaré. A fotografia de Álvaro Laborinho é indissociável da imagem desta vila piscatória da primeira metade do século XX, uma representação muito visual em que artistas e fotógrafos desempenharam papel relevante. Tem um valor documental incontornável para a história da paisagem e das vivências desse período. Mas ela permite-nos também refletir em torno da identidade desta comunidade marítima, de como ela foi sendo promovida local e nacionalmente, e as consequências internas do seu desenvolvimento turístico. Finalmente, uma análise mais atenta revela-nos as preocupações estéticas do autor, os cuidados nos enquadramentos, ensaios nos materiais e atualização pelas técnicas recentes (de que é exemplo a estereoscopia). O conjunto revela-nos o apurado sentido de observação de Álvaro Laborinho e valida a sua referência na história da fotografia portuguesa. Bernardo Lúcio transporta-nos para a Nazaré do seu bisavô, aquela Nazaré que ainda hoje continuamos a sublimar..." TEXTO DA FOLHA DE SALA (Bernardo Lúcio, 2018): “Se, aos olhos de hoje, tivéssemos que classificar o trabalho de Álvaro Laborinho enquanto fotógrafo, provavelmente iríamos encontrar um cruzamento entre fotografia de rua e fotografia documental. Mas, o seu trabalho é muito mais abrangente do que esses dois estilos. Isso poderá resultar, por um lado, do facto de estarmos perante um fotógrafo amador, numa pequena vila piscatória, há um século atrás, em que a condição de fotógrafo certamente o tornaria requisitado para as mais diversas situações e, por outro, pelo facto de a Nazaré ser o seu tema de eleição durante décadas, levando-o a procurar diferentes abordagens à medida que o seu olhar e a técnica evoluíam. “Revisitar a Nazaré de Álvaro Laborinho” procura precisamente refletir os seus diferentes estilos e abordagens ao longo do tempo, num cruzamento com a própria evolução da terra que lhe serviu de modelo e inspiração”.
 
     
     
   
     
     
     
 
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