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FICHA DE ENTIDADE
Museu:
Denominação:
Rodrigues, Francisco de Assis
Tipo:
Autor
Nascimento:
Lisboa, 12/10/1801
Óbito:
Lisboa, 01/02/1877
Biografia:
Nasceu em Lisboa a 12 de Outubro de 1801, onde faleceu a 1 de Fevereiro de 1877. Filho de Faustino José Rodrigues (1760-1829), discípulo de Joaquim Machado de Castro (1731-1822), e de Febronia Rosa do Carmo, aos onze anos matriculou—se na Aula e Laboratório de Escultura, então na dependência da Repartição das Obras Públicas. Era então professor Machado de Castro, com o apoio do seu pai, Faustino José Rodrigues. Completou os estudos em 1823 tendo conseguido o lugar de Ajudante desta aula por aviso de 30 de Dezembro do mesmo ano. Após o falecimento do seu pai, regente da aula, ficou encarregado interinamente da mesma, tendo sido nomeado professor em 25 de Maio de 1829. Com a fundação da Academia de Bellas Artes, em 25 de Outubro de 1836, assumiu o lugar de Professor de Escultura e, após o falecimento de Francisco de Sousa Loureiro, Director Geral da Academia, assumiu o lugar a 7 de Maio de 1845. Foi o responsável pela execução do baixo-relevo Apolo e as Musas e pelas estátuas de Gil Vicente, Tália ou a Comédia e Mélpomene ou a Tragédia, que se encontram no frontão do teatro do Rossio, hoje D.Maria, inaugurado em 1846, tendo como base desenhos de António Manuel da Fonseca (1796-1890), também professor na Academia de Belas Artes. Da mesma empreitada terá executado ainda as Quatro partes do dia, nas tabelas do ático. A ele se deve ainda a composição da Naiade, que se encontrava no centro da cascata do Passeio Público, hoje Avenida da Liberdade. Para o rei D. Fernando esculpiu uma imagem do Amor adormecido, cópia de um modelo de C.A. Fraikin, e uma representação alegórica da Música. Modelou diversos bustos, entre eles o de António F. de Castilho, do P. Miguel Andre Biancardi, do Vice-inspector da Academia, o marechal João José Ferreira de Sousa, bem como de diversos professores da mesma: Benjamin Comte, J. F. Ferreira de Freitas, Domingos José da Silva. Passou a mármore o busto de António Evaristo do Valle, para o seu túmulo no cemitério dos Prazeres. Na Exposição de 1843 apresentou a obra O génio da nação portuguesa coroando Camões, hoje desaparecido. Desta obra conhece-se uma gravura, com base em desenho do mesmo António Manuel da Fonseca, que pode ser consultada através da Biblioteca Nacional Digital com o inventário: http://purl.pt/13740 Publicou, entre outros: Memoria de Esculptura, apresentada e preferida no concurso para o provimento do logar de professor substituto da Aula e laboratorio de esculptura. Lisboa, na Imp. Reg. 1829. 4.º de 15 pag. Do qual se fizeram somente 175 exemplares; o Methodo das proporções e anatomia do corpo humano, dedicado á mocidade estudiosa, que se applica ás artes do desenho. Ibi, na Typ. de A. S. Coelho 1836. fol. com uma estampa, que dedicou aos seus alunos, e que pode ser consultado através de http://books.google.pt; a Commemoração, ou breve biographia do insigne professor Joaquim Machado de Castro. Inserta na Rev. Universal Lisbonense, n.° 9 de 17 de Novembro de 1842; a Commemoração, ou breve biographia de Faustino José Rodrigues, seu pae. No mesmo jornal, n.° 21 de 9 de Fevereiro de 1843; o Discurso pronunciado na sessão publica triennal, e distribuição dos premios da Academia das Bellas Artes de Lisboa, na presenca de SS. MM. FF. e Altezas, em 30 de Dezembro de 1852. Lisboa, na Typ. de Jose Baptista Morando 1852; e o Discurso pronunciado na sessão publica trimensal, e distribuição dos premios, etc. etc. em 25; de Outubro de 1856. Ibi, na mesma Typ. 1856. 8.º gr. de 15 pag. (Seguido do Relatorio do Professor Secretario, como o antecedente.); Diccionario technico e historico de pintura, esculptura, architectura e gravura, Lisboa: Impr. Nacional, 1875. (pode ser consultado através da Biblioteca Nacional Digital em http://purl.pt/977/1/)
 
     
     
   
     
     
     
 
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